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PRÉVIA-Estímulos de BCs ficarão sob holofotes de FMI e G20

Autoridades globais discutirão o impacto de ações sem precedentes de política monetária em reunião em Washington nesta semana, juntamente com a abordagem delicada que os bancos centrais precisarão para eventualmente fazer com que o mundo se desacostume de financiamentos muitos baratos.

KRISTA HUGHES E LESLEY WROUGHTON, Reuters

17 de abril de 2013 | 08h41

O Banco do Japão, banco central do país, se uniu a outros grandes bancos centrais ao anunciar uma agressiva política de estímulo, prometendo injetar 1,4 trilhão de dólares nos próximos dois anos e alimentando tensões sobre guerras cambiais.

Autoridades se preparando para negociações do G20, grupo das vinte principais economias do mundo, às margens dos encontros do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmaram que o estímulo do Japão dominará as discussões sobre a economia global, especialmente as repercussões sobre os preços dos ativos e riscos de alimentar compras especulativas.

"Todo mundo está interessado numa economia japonesa forte, mas as repercussões dessas medidas e sua viabilidade precisam ser exploradas", afirmou uma autoridade do G20 em condição de anonimato.

Os ministros das Finanças do G20 e autoridades de bancos centrais irão provavelmente confirmar a promessa de fevereiro de evitar desvalorizações cambiais competitivas, disseram as autoridades. O iene atingiu mínimas em vários anos ante o euro e o dólar depois da ação do BC japonês.

"No geral, a visão é que as iniciativas japonesas focadas nos problemas domésticos do país vão na direção certa", afirmou uma autoridade da zona do euro. "Mas haverá um debate sobre as consequências fora do Japão, incluindo taxas cambiais", completou.

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