Previdência privada é aliada de longo prazo do investidor
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Previdência privada é aliada de longo prazo do investidor

Imposto menor, portabilidade e produtos sofisticados, a tíquetes baixos, jogam a favor deste instrumento como alterna-tiva para assegurar renda futura

Bradesco Seguros, Estadão Blue Studio
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12 de dezembro de 2021 | 08h00

O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo, mas esses muito bem-vindos anos a mais também trazem um importante desafio: não apenas viver mais, mas viver melhor. A possibilidade de usufruir do bônus da longevidade sem recursos financeiros que garantam o mínimo de qualidade de vida é um daqueles temas que tiram o sono de muita gente. Há quem prefira entregar à sorte o sonho de ter uma velhice confortável. Menos arriscado, porém, é iniciar, o quanto antes, um planejamento financeiro que possibilite alcançar essa tão almejada segurança na maturidade. E, em se tratando de longo prazo, esse planejamento deve incluir um bom plano de previdência privada.

“A previdência privada contribui para que as pessoas mantenham o padrão de vida ou evitem que ele caia em demasia após o período de maior produtividade e remuneração no trabalho. É também uma forma de preparação para necessidades características dessa fase da vida em sociedades longevas, como, por exemplo, despesas com saúde. O fundamental é saber que você precisa tomar a decisão e dar o primeiro passo”, diz Jorge Nasser, diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência (BVP) e da Bradesco Capitalização.

De fato, quando o assunto é planejamento de longo prazo, prevalece a velha máxima do “quanto mais cedo, melhor”. Simulação realizada pela BVP mostra que um jovem de 25 anos que contribua mensalmente com R$ 100 para um plano de previdência terá acumulado mais de R$ 170 mil aos 60 anos. Já a mesma contribuição mensal, pelo mesmo período, iniciada aos 35 anos, resultará em uma reserva de pouco mais de R$ 78 mil – ou seja, menos da metade (ver quadro).

“Com a população envelhecendo e menos jovens contribuindo para a previdência pública, inclusive por conta da queda da natalidade, o sistema de repartição, no qual quem trabalha assegura os proventos de quem se aposentou, tende a tornar-se menos sustentável. O Estado só conseguirá suprir esses contribuintes com o mínimo de recursos”, comenta Jair Lacerda, diretor da BVP.

Na busca do melhor instrumento para essa poupança, destaca Lacerda, os fundos de previdência privada, nas modalidades PGBL ou VGBL, são a escolha certa: “Além de, no PGBL, o participante ter o benefício da redução do Imposto de Renda a ser pago, os dois produtos contam com tributação diferenciada, para estimular a formação dessa reserva. Vale lembrar que investimentos de longo podem oscilar em função de fatores conjunturais, mas é importante ter tranquilidade para alcançar o objetivo desejado”, acrescenta o diretor da BVP.

Nos últimos anos, o forte avanço e a sofisticação da indústria de investimentos tornaram a previdência privada mais atrativa, com oferta diversificada de produtos para clientes de todos os perfis, do conservador ao mais arrojado. Hoje, além da tradicional Renda Fixa, há fundos de previdência que investem no mercado acionário, os chamados multimercados, e também os que destinam recursos ao exterior. Outro ponto que joga a favor desse instrumento como formador de reserva de longo prazo é a portabilidade, que permite ao investidor trocar de gestor ou de fundo sem a incidência de imposto, alterando sua estratégia de investimento em função do seu momento de vida ou mesmo para aproveitar janelas de oportunidades do mercado financeiro

“O leque de opções é enorme, e o investidor pode ingressar em fundos muito sofisticados com tíquetes baixos. O ideal, como sabemos, é começar o quanto antes. Porém, mesmo quem já tem certa idade pode se beneficiar desses produtos, inclusive para fins de planejamento sucessório, questão em que a previdência privada também oferece grandes vantagens”, comenta Marcelo Rosseti, superintendente-executivo da BVP. Nesse caso, ocorrendo o falecimento do participante, os recursos investidos no VGBL ou no PGBL não passam por inventário e são liberados em até 30 dias para os herdeiros. Também não há a cobrança do imposto sobre transmissão de bens.

 

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