Dida Sampaio/Estadão
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Previdência: Tabata mantém voto e ‘Infiéis’ da oposição têm apenas uma baixa em relação ao 1º turno

Aprovação do texto-base no 2º turno contou com 18 votos de parlamentares da oposição que encaminharam votação contra o texto

Camila Turtelli e Idiana Tomazelli, O Estado de S.Paulo

07 de agosto de 2019 | 01h44

BRASÍLIA – Os deputados de partidos da oposição que votaram a favor da reforma da Previdência no primeiro turno mantiveram sua posição no segundo turno, com exceção do deputado Luiz Flavio Gomes (PSB-SP), que nesta terça-feira, 6, votou contra. 

Com isso, a aprovação do texto-base da reforma da Previdência no segundo turno por 370 votos favoráveis contou com 18 votos de parlamentares de partidos da oposição que encaminharam votação contra o texto. Entre eles a deputada Tabata Amaral (PDT-SP), ameaçada de expulsão de seu partido pelo voto favorável

Como já era esperado, a maioria dos “rebeldes” continua no PSB, que entregou 10 votos pela reforma. Contrariamente à posição do partido, votaram a favor do texto: Átila Lira (PI), Emidinho Madeira (MG), Felipe Carreras (PE), Felipe Rigoni (ES), Jefferson Campos (SP), Liziane Bayer (RS), Rodrigo Agostinho (SP), Rodrigo Coelho (SC), Rosana Valle (SP) e Ted Conti (ES).

Já o PDT, entregou oito votos no total pela aprovação da reforma, além de Tabata: Alex Santana (BA), Flavio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA), Jesus Sérgio (AC), Marlon Santos (RS), Silvia Cristina (RO) e Subtenente Gonzaga (MG).

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