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Dan Kawa: Separar o ruído do sinal é a única forma de investir corretamente daqui para a frente

Previsões mudaram radicalmente desde o início do ano

As expectativas de investidores e economistas mudaram radicalmente desde o início do ano. Em janeiro, as mais de 100 instituições consultadas semanalmente pelo Banco Central apostavam que a Selic permaneceria inalterada em 7,25% ao ano, como vinha desde outubro. Com o resultado da inflação de 2012, de 5,84%, o presidente do BC, Alexandre Tombini, avaliou que havia "resistência" da inflação no curto prazo, mas ela cairia. O Focus passou a estimar alta de 1 ponto porcentual nos juros, mas nas reuniões do Copom em 2014. O forte IPCA de fevereiro confirmou a visão de Tombini. No início de março, vieram as apostas de que o Copom podia aumentar o juro até dezembro. Há duas semanas, esperava-se alta de 0,5 ponto neste ano. Quando a presidente Dilma, o ministro Guido Mantega e Tombini sinalizaram na semana passada que o governo não vai tolerar inflação, a expectativa mudou mais uma vez: a alta começaria ontem./ E.C.

O Estado de S.Paulo

18 de abril de 2013 | 02h05

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