coluna

Dan Kawa: Separar o ruído do sinal é a única forma de investir corretamente daqui para a frente

Principal usina da região já opera com 30% da capacidade

Nem mesmo as chuvas de verão foram capazes de reverter a tendência de queda no Lago de Furnas. Na tarde da última sexta-feira, a principal usina da região operava com apenas 30,93% de sua capacidade. No mesmo período do ano passado esse porcentual era de 62,58%.

O Estado de S.Paulo

16 de março de 2014 | 02h05

A Usina de Furnas responde por 17,46% da energia elétrica fornecida ao Sudeste e Centro-Oeste do País. E se nela a situação é crítica, em outras que operam no mesmo lago é ainda pior, caso de Água Vermelha (22,03%) e Marimbondo (27,59%). A medição é feita pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).

Apesar de as usinas operarem com baixo nível de água, Furnas vê a situação dentro da normalidade. De acordo com a assessoria da companhia, já houve outros índices baixos no passado e isso não tem prejudicado a geração de energia.

O Lago de Furnas surgiu em fevereiro de 1963, encobrindo casas, plantações e cidades inteiras, transformando a paisagem do Sul de Minas. / R.M.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.