Problemas na Rússia não afetam títulos brasileiros

Os problemas na Rússia não influenciam os papéis da dívida brasileira. Às 11h28, os C-Bonds, principais títulos da dívida brasileira, estão em seu patamar máximo, cotados a 93,625 centavos por dólar. Ontem encerraram o dia em 93,500 centavos por dólar. O mercado continua sendo movimentado por operações diárias, na ausência de notícias relevantes e diante do fato de que boa parte dos investidores já atingiu suas metas de lucro nesse ano. Ontem, os papéis da dívida russa recuaram com a decisão da promotoria russa de congelar 44% das ações detidas indiretamente por Mikhail Khodorkovsky, diretor-executivo da companhia, preso no sábado. Ontem também o chefe do gabinete do presidente russo, Alexander Voloshin, foi demitido por sua oposição à prisão do empresário, o qual vinha criticando a administração Putin. Voloshin pertencia ao clã de políticos e empresários ligados a Boris Yeltsin, antecessor de Putin, que ainda estavam no governo. Analistas da Lehman Brothers recomendam aos investidores que mantenham cautela diante dos negócios com estes papéis. Operadores diziam que a maior parte das ofertas de venda de papéis russos colocada no mercado esta manhã eram provenientes de investidores russos.

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