Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Procon constata irregularidades em floriculturas e supermercados

A equipe de fiscalização da Fundação Procon-SP, órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual, encontrou irregularidades em 57 floriculturas e 16 supermercados da Grande São Paulo. De acordo com o órgão, os estabelecimentos desrespeitaram o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao vender produtos sem informação de preço, com a validade vencida, com diferença de preço entre o caixa e a gôndola e sem informação sobre validade.O programa Fiscaliza Ação Procon visitou no mês de abril 17 supermercados e 75 floriculturas. O problema mais grave encontrado nas floriculturas foi a falta de informação de preço no produto. De acordo com o Procon-SP, 57 floriculturas tinham infrações ao artigo 31 do CDC, que garante ao consumidor o direito à informação de preço para o consumidor. De acordo com a fiscalização do Procon-SP, a região oeste de São Paulo teve maior número de floriculturas autuadas. Foram 32 estabelecimentos visitados e 27 apresentaram problemas. Segundo o órgão, nenhuma das 23 bancas de flores localizadas na Avenida Dr. Arnaldo, ao lado do cemitério do Araçá, tinham informações de preços nos produtos para os consumidores. SupermercadosA venda de produtos com validade vencida foi o problema mais grave constatado pela fiscalização do Procon-SP na visita realizada aos supermercados. A equipe de fiscais do órgão visitou 17 estabelecimentos, dos quais 14 tinham produtos com validade vencida. O Procon-SP esteve nesses estabelecimentos para verificar os seguintes itens: diferença de preço de caixa e gôndola, prazo de validade de produtos, transcrição completa de produtos, origem de produtos, não cumprimento de ofertas relativas a publicações e outros, promoções e formas de pagamento.O Procon-SP constatou problemas em 94% dos supermercados visitados no mês de abril. Além da venda de produtos com validade vencida, o órgão encontrou estabelecimentos comercializando produtos com diferença de preço - entre o que era cobrado e o que era anunciado na gôndola -, sem informação de preço, sem informação sobre validade, informação incorreta sobre preço e informação incorreta sobre a validade. Os 73 estabelecimentos que apresentaram problemas serão notificados e responderão processo administrativo, o que poderá resultar em multa com valor variável de 200 até 3 milhões de Ufirs, de acordo com o Procon-SP. Vale lembrar que o valor da Ufir corresponde a R$ 1,06.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.