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Procon: cuidados na compra de material escolar

Na hora de comprar material escolar, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, orienta que o primeiro passo para o consumidor é realizar um balanço do que sobrou do ano letivo anterior e tentar reaproveitar esse material. A partir daí, com a lista do que, de fato, precisa ser comprado, o consumidor deve fazer uma pesquisa de preços, levando em consideração as taxas de juros, caso a compra seja a prazo. Outra dica é verificar as embalagens de materiais, como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas etc. Elas devem trazer informações claras e precisas a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor, em português.Depois de realizar a compra, o consumidor deve exigir a nota fiscal com os artigos discriminados, documento indispensável no caso de problemas com a mercadoria. No caso de defeito de algum dos produtos, mesmo que seja importado, o consumidor tem 30 dias para reclamar no caso de produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis. O Procon-SP também recomenda que o consumidor evite produtos de camelôs pois, apesar de venderem mais barato, eles não fornecem nota fiscal, dificultando assim a troca ou assistência do produto se houver algum defeito.Escolas são obrigadas a fornecer lista de materialAs escolas têm obrigação de fornecer as listas aos alunos, para que os pais possam pesquisar preços e escolher o fornecedor de sua preferência. Algumas instituições exigem que o material escolar seja comprado no próprio estabelecimento, mas esta prática é abusiva. Para saber se algum estabelecimento consta no cadastro de empresas reclamadas no Procon-SP, o consumidor pode ligar no telefone 3824-0446.

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