Tony Winston/Agência Brasília/Fotos Públicas
Tony Winston/Agência Brasília/Fotos Públicas

coluna

Carolina Bartunek: ESG, o que eu tenho a ver com isso?

Procon-SP já recebeu mais de 100 denúncias de preços de combustíveis

Alguns postos aproveitam notícias de desabastecimento para elevar os preços sem justa causa; na capital paulista, cobrança chega a quase R$ 10 pelo litro da gasolina comum

Pedro Ladislau Leite, O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2018 | 19h47

Em meio à crise de abastecimento de combustíveis, ao menos 100 reclamações foram protocoladas nesta quinta-feira, 24, no Procon-SP, referentes a aumentos abusivos em postos do Estado de São Paulo.

+ ANP anuncia pacote de medidas para garantir abastecimento de combustível

+ Por combustível, polícia reduz duração de rondas de patrulhamento em SP

O maior preço registrado por enquanto foi no bairro de Jardim Prudência, na zona sul da capital paulista, onde o litro de gasolina comum era vendido a R$ 9,88.

Segundo o órgão, os casos ainda estão em estudo e não houve autuações. No entanto, o Procon-SP destaca que, se verificada prática de preço abusivo, o Código de Defesa do Consumidor prevê de multa até interdição do estabelecimento.

+ AO VIVO: Siga a greve dos caminhoneiros pelo Brasil

Para evitar casos abusivos, a instituição abriu, nesta quarta-feira, 24, um canal específico para receber denúncias referentes a preços de combustíveis.

+ Perguntas e respostas sobre a manifestação dos caminhoneiros

Como não há tabelamento de preços, o que o Procon verifica é se cada aumento denunciado tem ou não justificativa em alterações de custos. Segundo a assessoria do órgão, muitos postos simplesmente tentam aproveitar as notícias de desabastecimento para elevar os preços.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.