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Produção da refinaria Premium II deve começar em 2017

A expectativa é que as obras de terraplanagem tenham início no terceiro trimestre de 2011

CHIARA QUINTÃO, Agencia Estado

29 de dezembro de 2010 | 13h21

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que a produção da Refinaria Premium II, que será instalada no Ceará, deve começar em 2017. A expectativa é que as obras de terraplanagem tenham início no terceiro trimestre de 2011. "A refinaria é muito complexa, uma das maiores do mundo, por isso a chamamos de premium. Será orientada para a exportação, mas também vai ter papel extremamente importante para atender ao mercado brasileiro. Nesse momento, já estamos com um processo de sondagem", disse.

Segundo o presidente da Petrobras, serão feitos 520 poços de sondagem na área. Já foi contratada uma empresa norte-americana para fazer o projeto técnico para a refinaria. O detalhamento do projeto será realizado por uma empresa brasileira. Conforme Gabrielli, a licitação para as obras da refinaria ocorrerá após a resolução da questão dos poços.

Durante o lançamento da pedra fundamental da Refinaria Premium II, em Caucaia (CE), Gabrielli se dirigiu presidente do República, Luiz Inácio Lula da Silva, que também participa da cerimônia, afirmando que "hoje é um dia de agradecimento". "Essa é talvez a última cerimônia que vamos ter com o presidente Lula, a não ser que ele queira fazer alguma outra no dia 31", brincou.

Segundo o presidente da Petrobras, Lula proporcionou "um dos maiores apoios e trabalhos conjuntos da Petrobras com a Presidência da República". Em relação ao Nordeste, Gabrielli destacou obras de infraestrutura, como refinarias. "No que se refere à Petrobras, também no Nordeste, o senhor deu orientações muito claras de que precisaríamos estar preparados para atender ao crescimento", disse.

Conforme Gabrielli, a Petrobras desenvolveu um terminal de gaseificação em Pecém, "obra que não é muito grande". "É um terminal de regaseificação que parece uma coisa simples, mas se não funcionasse, não teríamos gás para alimentar as termoelétricas." Segundo ele, foi uma decisão "extremamente acertada" tornar viável esse terminal.

"O povo brasileiro viu que é possível fazer coisas melhores, resgatou seu orgulho. Melhoramos a situação da desigualdade, crescemos na distribuição de renda, mantivemos o País crescendo fortemente. Temos a esperança de que é possível fazer um Brasil melhor", acrescentou.

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