Produção industrial cai em 8 de 14 Estados

A produção industrial registrou queda em oito dos 14 locais pesquisados pelo IBGE em outubro. Entre as altas, na comparação com igual mês do ano passado, os principais resultados ocorreram na indústria do Amazonas (12,1%), seguida por Pará (6,4%), Minas Gerais (5,2%), Espírito Santo (3,6%), Rio de Janeiro (2,6%) e São Paulo (0,9%), que também cresceram acima da média nacional (0,4%). Para essa pesquisa, não há dados comparativos a mês anterior. Os demais locais apresentaram taxas negativas: Bahia (-0,3%), Pernambuco (-1,3%), Goiás (-3,5%), região Nordeste (-4,0%), Santa Catarina (-5,0%), Paraná (-6,2%), Rio Grande do Sul (-6,6%) e Ceará (-12,1%). Segundo o IBGE, no indicador acumulado no ano, quase todos os locais registraram aumentos, com exceção do Ceará (-0,6%) e do Rio Grande do Sul (-3,8%). Entre os 12 locais que apontaram crescimento, Amazonas, com 15,6%, registrou a única taxa de dois dígitos, sustentada especialmente pelo avanço na produção da indústria de material eletrônico e de comunicações (telefones celulares e eletroeletrônicos). Minas Gerais (6,7%), São Paulo e Pará (ambos com 4,1%) e Goiás (4,0%) também cresceram acima da média nacional (3,8%) no período. Os demais locais tiveram os seguintes resultados no acumulado de janeiro a outubro: Bahia (3,5%), região Nordeste (2,3%), Paraná (2,3%), Espírito Santo (1,9%), Rio de Janeiro (1,7%), Pernambuco (1,2%) e Santa Catarina (0,7%). (Jacqueline Farid)São PauloA indústria de São Paulo elevou a produção em 0,9% em outubro na comparação com igual mês do ano passado, segundo o IBGE. O resultado ficou um pouco acima da média nacional (0,4%). Para essa pesquisa, não há dados comparativos a mês anterior. A indústria paulista elevou a produção também no acumulado no ano (4,1%) e no acumulado nos últimos 12 meses (5,2%). No índice comparativo a igual mês do ano passado, a produção voltou a crescer após o recuo de 1,4% em setembro. Segundo o IBGE, nove dos 20 segmentos investigados na região apresentaram taxas positivas, com destaque, em termos de participação, para farmacêutica (24,6%), refino de petróleo e produção de álcool (8,6%) e edição e impressão (9,5%).Em sentido contrário, veículos automotores (-8,8%) e máquinas e equipamentos (-4,5%) exerceram as principais influências negativas. No indicador acumulado nos dez primeiros meses do ano, 14 setores cresceram em relação ao mesmo período de 2004. Farmacêutica (24,3%), edição e impressão (19,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (16,3%) representaram as principais contribuições positivas no resultado geral. A principal queda ocorreu em material eletrônico e equipamentos de comunicações (-6,5%).

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