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Produção industrial cresce em 11 de 14 áreas pesquisadas

A produção industrial cresceu em 11 das 14 áreas pesquisadas em abril na comparação com igual mês de 2003, segundo divulgou o IBGE. Para essa pesquisa regional, não há dados comparativos ao mês anterior. Os maiores crescimentos ocorreram nas indústrias do Amazonas (13,8%), São Paulo (10,7%) e Santa Catarina (10,3%). Já Espírito Santo e Pará (ambos com 6,2%), Pernambuco (5,6%), Bahia (5,5%), Paraná (4,6%), região Nordeste (3,7%), Minas Gerais (3,5%) e Rio Grande do Sul (2,7%) expandiram a produção, porém abaixo dos 6,7% obtidos pelo total da indústria brasileira (segundo dados do País divulgados na semana passada). Apenas Rio de Janeiro (-4,0%), Ceará (-2,3%) e Goiás (-1,2%) reduziram a produção em abril.São PauloA indústria paulista apresentou resultados positivos nos principais indicadores em abril: 10,7% na comparação com abril do ano passado; 8,4% no acumulado do ano de janeiro a abril e 2,1% no dos últimos doze meses até abril. O crescimento ante abril do ano passado representou a sexta expansão consecutiva, com 16 das 20 atividades da indústria de transformação expandindo a produção. Nesta comparação, veículos automotores (37,3%), máquinas e equipamentos (22,9%) e outros produtos químicos (15,4%), representaram as principais influências positivas. Segundo o IBGE, esses segmentos foram impulsionados pela fabricação de automóveis, refrigeradores domésticos e aromatizantes utilizados na indústria alimentar, entre outros. Os principais impactos negativos, ainda na comparação com abril de 2003, foram verificados nas áreas farmacêutica (-11,5%) e edição e impressão (-2,3%). No período acumulado janeiro-abril, a expansão de 8,4% foi resultado das performances positivas de 17 segmentos. As principais contribuições positivas de veículos automotores (27,3%), máquinas e equipamentos (14,0%) e outros produtos químicos (11,1%) se repetiram neste tipo de comparação, assim como as pressões negativas mais importantes foram observadas em farmacêutica (-19,9%) e edição e impressão (-2,6%).Segundo os técnicos do IBGE "nota-se, no quadro geral da indústria paulista, que ramos industriais associados à produção de bens de capital e de consumo duráveis vêm apresentando maior dinamismo frente aqueles identificados com a produção de bens de consumo não duráveis, mais suscetíveis à evolução da massa de rendimentos".

Agencia Estado,

15 de junho de 2004 | 10h11

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