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Produção industrial cresce em 9 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE

A produção industrial cresceu em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em julho, na comparação com junho, na série com ajuste sazonal - levando em conta os efeitos temporais. O maior crescimento em relação ao mês anterior ocorreu no Amazonas, taxa de 3,3%, seguido do Ceará, com 2,2%, e Rio Grande do Sul, com 2,1%, segundo informações divulgadas pelo IBGE nesta terça-feira.Os Estados do Pará (1,5%), Região Nordeste (1,9%), Minas Gerais (0,6%), São Paulo (1,5%), Rio de Janeiro (0,6%) e Goiás (0,1%), também apresentaram crescimento da produção industrial. O IBGE registrou queda, ainda em relação ao mês de junho, nas produções dos Estados de Pernambuco e Espírito Santo, ambos com -1,0%, Bahia, taxa de -1,6%, Paraná, com taxa de -1,2% e Santa Catarina, com -0,7%.Desde a pesquisa regional relativa a junho, o IBGE começou a divulgar os dados com ajuste sazonal. Na média nacional, o crescimento da produção em julho em relação a junho foi de 0,6%, segundo divulgou anteriormente o Instituto.Comparação com ano anteriorNa comparação com julho de 2005, houve aumento na produção em dez dos 14 locais pesquisados. Os principais destaques foram o Pará, com alta de 22,8%, Espírito Santo, 18,5% e Ceará, com 13,1%. São Paulo, com alta de 5,0% e Rio de janeiro, aumento de 4,8%, também cresceram acima da média nacional, que foi de 3,2%.Os demais resultados positivos vieram de Santa Catarina, com 3,0%; região Nordeste, com 2,6%; Pernambuco, taxa de 2,5%; Minas Gerais, com 2,2%; e Goiás, com alta de 1,9%. Por outro lado, os únicos locais que mostraram queda em julho foram: Rio Grande do Sul, com queda de -2,5%, Bahia e Amazonas, ambos com -1,7%, e Paraná, com -1,0%.Produção paulista cresce em julhoA produção industrial de São Paulo cresceu 1,5% em julho em relação a junho, na série com ajuste sazonal, após recuar 2,1% em junho em relação a maio, segundo o IBGE.Os índices da indústria paulista na comparação com iguais períodos de 2005 foram positivos e acima da média nacional: 5,0% em relação a julho do ano passado e 3,6% no acumulado no ano.O indicador acumulado nos últimos 12 meses "mostra ligeira aceleração" na passagem de junho (2,4%) para julho (2,7%). Não há detalhamento setorial para o indicador com ajuste sazonal mas, na comparação com julho de 2005, o crescimento na produção industrial de São Paulo - que responde por cerca de 40% da produção nacional - reflete a expansão em 14 dos 20 ramos pesquisados.Os setores que mais influenciaram o desempenho global foram veículos automotores, aumento de 10,9%, e alimentos, crescimento de 10,8%. Os destaques de queda, por outro lado, foram material eletrônico e equipamentos de comunicações, queda de -3,9%, e edição e impressão, com taxa de -3,2%.No acumulado do ano, a indústria paulista registrou resultados positivos também em 14 de 20 segmentos investigados. Veículos automotores (7,9%); alimentos (6,6%); e máquinas para escritório e equipamentos de informática (38,5%) lideraram com as maiores contribuições positivas na média geral da indústria nessa base de comparação. Entre os segmentos que assinalaram taxas negativas, produtos de metal (-5,0%) foi o que exerceu a principal pressão.

Agencia Estado,

12 de setembro de 2006 | 10h01

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