Produção industrial cresce em todas as regiões em novembro

A produção industrial voltou a crescer em todas as regiões e em todas as bases de comparação em novembro, pelo quarto mês consecutivo, segundo dados divulgados esta manhã pelo IBGE. Na comparação com novembro de 2003, o destaque é o avanço registrado na Bahia (30,5%), impulsionado sobretudo pelo resultado positivo de refino de petróleo e produção de álcool. As indústrias do Ceará (20,2%), Paraná (15,5%), região Nordeste (18,1%), Pará (17,2%), Amazonas (15,8%), Goiás (15,7%), Santa Catarina (12,1%), São Paulo (10,2%) e Espírito Santo (9,5%) também registraram taxas de crescimento superiores à do total do Brasil (8,1%) na comparação com igual mês de 2003. Nos demais locais, os resultados foram os seguintes: 7,6% em Minas Gerais; 3,7% no Rio de Janeiro; 3,2% no Rio Grande do Sul e 2,3% em Pernambuco. Para essa pesquisa, o IBGE não divulga dados comparativos a mês anterior. No indicador acumulado para o período janeiro-novembro de 2004, a liderança do desempenho regional permanece com o Amazonas (12,9%), com destaque para a produção de televisores e de telefones celulares; e São Paulo, onde o aumento de 11,9% é sustentado, em grande parte, pela produção das indústrias automobilística, de máquinas e equipamentos e de material eletrônico e equipamentos de comunicações, segundo observaram os técnicos do IBGE no documento de divulgação da pesquisa. "Nestes destaques confirma-se o padrão de crescimento observado para o total da indústria brasileira ao longo de 2004, onde observa-se que a estrutura industrial nesses Estados tem forte presença dos segmentos de bens de consumo duráveis e de bens de capital, setores que mais impulsionaram a expansão da atividade fabril", afirmam os técnicos. Ceará (11,2%), Santa Catarina (11,1%), Pará (10,6%), Bahia (10,0%) e Paraná (9,5%) tiveram aumento superior à média nacional (8,3%) no indicador acumulado. Já a região Nordeste (7,5%), Goiás (6,9%), Rio Grande do Sul (6,7%), Minas Gerais (6,3%), Pernambuco (5,4%), Espírito Santo (4,6%) e Rio de Janeiro (2,2%) tiveram resultados abaixo do observado no total do País nesse indicador.

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