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Produção industrial dos EUA cresce menos que o previsto

A produção industrial nos Estados Unidos apresentou um crescimento mínimo em agosto, o que confirma a evidência de um quadro de estabilidade no setor manufatureiro. O Federal Reserve informou que a produção cresceu 0,1% no mês passado, abaixo da expansão de 0,3% prevista pelos economistas com base no dado de julho, que, no entanto, foi revisado em alta. O Fed informou que a produção cresceu 0,7% em julho, acima da estimativa anterior de aumento de 0,5%. A utilização da capacidade instalada pelas empresas ficou em 74,6% em agosto, inalterada ante o nível revisado de 74,6% de julho. A estimativa anterior havia apontado uso de 74,5% da capacidade em julho. O uso da capacidade instalada confirmou os prognósticos dos analistas. Os dados de agosto confirmam que o setor manufatureiro está se estabilizando, após se fortemente afetado pela recessão econômica nos EUA e pelo enfraquecimento global nos últimos anos. Déficit em conta corrente praticamente estável O saldo no balanço de pagamentos em conta corrente dos EUA ficou virtualmente inalterado no segundo trimestre. O país registrou déficit de US$ 138,7 bilhões no saldo em conta corrente durante o trimestre de abril a junho, de acordo com dados do Departamento do Comércio. O déficit no primeiro trimestre foi revisado para US$ 138,7 bilhões, da projeção anterior de US$ 136,1 bilhões. O resultado do segundo trimestre ficou levemente abaixo dos US$ 139,0 bilhões previstos pelos economistas. Grande parte do déficit deveu-se ao saldo negativo de US$ 123,4 bilhões registrado pelos EUA em suas trocas de bens e serviços com outros parceiros comerciais no segundo trimestre. No primeiro trimestre, o déficit foi de US$ 121,6 bilhões. As tranferências externas, como o pagamento de ajuda a organizações internacionais, contribuíram com um déficit de US$ 16,9 bilhões, abaixo dos US$ 17,3 bilhões do primeiro trimestre.O levantamento mostrou ainda que os estrangeiros compraram US$ 65,9 bilhões em bônus corporativos e de agências hipotecárias, como os da Fannie Mae e Freddie Mac, no segundo trimestre. No primeiro trimestre, os estrangeiros compraram US$ 58,2 bilhões desses ativos. Os estrangeiros também compraram US$ 61,1 bilhões em papéis do Tesouro, bem acima do volume de US$ 14,6 bilhões do primeiro trimestres. O mercado acionário atraiu um fluxo líqüido de US$ 20,6 bilhões, bem acima dos US$ 2,6 bilhões do primeiro trimestre. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

15 de setembro de 2003 | 11h22

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