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Produção industrial em setembro caiu em quase todo o País

Segundo o IBGE, 'desempenho negativo na maioria das regiões marca a passagem de agosto para setembro'

JACQUELINE FARID, Agencia Estado

09 de novembro de 2007 | 09h28

A produção industrial caiu em 11 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em setembro ante agosto. Segundo a pesquisa industrial mensal regional divulgada nesta sexta-feira, 9, "o desempenho negativo na maioria das regiões marca a passagem de agosto para setembro, na série com ajuste sazonal".  Espírito Santo (-9,9%), Amazonas (-5,3%), Paraná (-3,8%) e Rio de Janeiro (-3,7%) registraram as quedas mais acentuadas, enquanto Ceará (2,9%), São Paulo (1,6%) - parque fabril que responde por, aproximadamente, 40% da estrutura nacional - e a região Nordeste (0,1%) registram taxas acima da média nacional (-0,5%, segundo o IBGE divulgou na última terça-feira). A situação revelada no indicador ante mês anterior se inverte nas comparações com o mesmo período do ano passado (expansão em oito dos 14 locais) e no acumulado do ano (aumento da produção em 13 regiões). Em relação a setembro de 2006, os destaques regionais ficaram com São Paulo (8,5%) e Minas Gerais (6,5%) registrando expansão acima da média nacional (5,6%). Também mostraram resultados positivos: Goiás (4,9%), Santa Catarina (4,1%), Paraná (3,1%), Amazonas (2,1%), Rio Grande do Sul (1,0%) e região Nordeste (0,7%). Apontam recuo neste indicador os seguintes locais: Ceará (-0,2%), Pará (-0,4%), Bahia (-1,5%), Pernambuco (-1,8%), Espírito Santo (-2,1%) e Rio de Janeiro (-2,4%).  São Paulo A expansão de 8,5% em São Paulo, na comparação com o mesmo mês do ano passado, é o maior aumento mensal apurado na região desde dezembro de 2004. No acumulado do ano, até outubro, o crescimento foi de 5,2%.  Em 12 meses, a região acumula aumento de 4,5% e os indicadores são positivos também nos dados do terceiro trimestre: 2,7% na comparação com o trimestre imediatamente anterior e 7,2% em relação ao terceiro trimestre de 2006 (o melhor resultado trimestral desde o quarto trimestre de 2004). Segundo o documento de divulgação do IBGE, os dados na indústria de São Paulo comparativos a igual mês de 2006 mostraram um "perfil generalizado de crescimento atingindo 19 dos 20 ramos pesquisados". Entre os que mais influenciaram positivamente o desempenho global destacaram-se: veículos automotores (18,4%), máquinas e equipamentos (18,2%) e refino de petróleo e produção de álcool (17,8%).  Nestes setores sobressaíram os itens automóveis; centros de usinagem, rolamentos de esfera; óleo diesel, gasolina. Em sentido contrário, veio de celulose e papel (-7,0%) a única pressão negativa.

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