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Produzido pela FMC, documentário conta a história da cultura de algodão no Brasil

“Colhendo Histórias” mostra a revolução na cotonicultura nas últimas décadas através das histórias de famílias que ajudaram a colocar o Brasil entre os cinco maiores produtores mundiais

FMC, Estadão Blue Studio
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20 de dezembro de 2021 | 10h32

Responsável por 30% da produ­ção mundial de algodão certificado, com selo BCI - e segundo maior exportador do planeta -, o Brasil viveu nas últimas duas déca­das uma transformação no campo, especialmente na cotonicultura. E para falar não só sobre essa mudan­ça, mas também dar rosto e voz às pessoas por trás dessa revolução, é que a FMC - empresa de ciência para a agricultura - produziu o documen­tário “Colhendo Histórias”. Lançado em novembro, o projeto conta com depoimentos de 26 pioneiros da cotonicultura brasileira,, que são responsáveis aproximadamente por 60% da produção brasileira desta fibra.

“Estamos falando de famílias que se deslocaram do sul do Brasil, ou até mesmo do Sudeste, para o Cerra­do, acreditando em um sonho. E foi através desse sonho que se tornaram o que são hoje. Essas famílias estão posicionadas na área em que houve a maior revolução tecnológica, so­cial e empresarial do agro brasileiro e talvez do agro mundial”, contou o diretor de Negócios Brasil da FMC, Marcelo Magurno, em live produzi­da pelo Estadão Blue Studio. “Houve muito investimento em tecnologia. Na parte social, cidades novas foram criadas, cresceram, regiões se torna­ram relevantes. E houve uma revolu­ção também na parte empresarial.”

Para a produção do “Colhendo Histórias”, foram feitas mais de 30 horas de entrevistas, além de mais de 300 horas de captação de imagens. Os vídeos que compõem o documen­tário mostram não só a relação dos produtores com a terra, mas também narram os desafios enfrentados por muitas dessas famílias. “No início dessa jornada, muitos tiveram que viver em barraca de lona, em estrutu­ra precária, sem água e sem luz. Essas pessoas tomaram a decisão de deixar pra trás um conforto maior e trans­formaram o cerrado”, disse Magurno.

Segunda maior cadeia de em­prego no Brasil, o algodão vai muito além do campo. “A gente não está fa­lando de uma cadeia que fica somen­te entre esses empresários rurais. O algodão emprega desde a produção até a transformação na indústria têxtil e comercialização. É uma ca­deia de uma cultura que beneficia campo, cidade e a gente tem a opor­tunidade de contar essa história”, disse Fábio Lemos, gerente de cultu­ra Algodão da FMC.

Com apoio da Associação Bra­sileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) no projeto, a FMC vai criar um site especialmente para dispo­nibilizar o conteúdo do “Colhendo Histórias”, além de lançar um livro-documentário. “Essas histórias vão ficar para sempre. E é disso que o Bra­sil precisa. O país precisa registrar e valorizar as histórias de quem faz o Brasil progredir”, disse Magurno ao término da live.

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