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Proex já usou até 90% dos recursos para 2008

Ministro interino afirma que governo está se empenhando para facilitar acesso aos recursos do programa

Adriana Chiarini, da Agência Estado,

27 de novembro de 2008 | 13h51

O Programa de Financiamento à Exportação (Proex) do governo federal usou até agora entre 80% e 90% dos recursos orçamentários previstos para este ano, que são de R$ 1,3 bilhão. "Estamos nos empenhando para facilitar o acesso das empresas, principalmente pequenas empresas, aos recursos", afirmou o ministro interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, ao divulgar o número. Ele afirmou que representantes do governo vão participar de reunião no Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), que acontece nesta quinta-feira no Rio, e talvez nesta sexta o governo possa anunciar como vai encaminhar essas questões. Veja também:De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise   Segundo Ramalho, houve uma grande redução dos financiamentos à exportação em geral no início do período de agravamento da crise internacional, em meados de setembro, mas já há atualmente "uma recuperação bastante expressiva". Ramalho reafirmou a previsão do governo de que as exportações deste ano chegarão à faixa de US$ 200 bilhões. Ele disse que o governo não fez a previsão para o ano que vem em função da grande volatilidade do câmbio e do desempenho dos preços das matérias-primas (commodities). Ramalho comentou que o Brasil é um grande exportador e também importador de petróleo, cujos preços caíram de mais de US$ 100 o barril, em meados deste ano, para a faixa de US$ 50 o barril este mês. O encontro do Enaex este ano está bem menor do que em edições anteriores. No passado, era comum a presença do presidente da República e de vários ministros. Este ano, o único ministro presente é Ramalho. Alguns do nomes que constavam da programação para o dia de hoje não compareceram, como as do presidente do Bradesco, Marcio Cypriano, e da presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho.

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