Professora da UNB ensinará a 'lavar dinheiro'

A professora Thérèse Hofmann, do Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB), tem parceria com o Banco Central (BC) desde 1996, quando conseguiu registrar a patente da solução para tirar a resina das notas. O componente, como já comprovou todos que lavaram por engano uma cédula esquecida na roupa, impede que o dinheiro absorva água, o que é essencial para manter as cédulas em uso por mais tempo, principalmente em regiões úmidas, mas dificultava o processo de reciclagem.

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2013 | 02h18

Com a quebra da resina, o dinheiro reciclado volta a ser papel normal e dele podem surgir certificados, convites de casamento, cadernos, pastas, cúpula de abajur, entre outros objetos. Ela apresentará como se "lava o dinheiro" no início do mês que vem em um congresso de celulose em São Paulo.

Thérèse afirma que tem condições de expandir o projeto para todas as cidades onde o BC tem regional. "Só que preciso de dinheiro inteiro. Picotado, tenho bastante", brinca. Falta, segundo ela, investimento para que a experiência possa ser replicada pelo País. / M.R.A.

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