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Mateus Coutinho/Estadão
Mateus Coutinho/Estadão

Programa habitacional Minha Casa volta às discussões do governo

Terceira fase será mais modesta, adaptada às novas condições econômicas e financeiras, afirma ministro

Lu Aiko Otta e Nivaldo Souza, O Estado de S. Paulo

16 de março de 2015 | 22h24

BRASÍLIA - No esforço para criar uma agenda positiva um dia após os protestos contra o governo que reuniram multidões em diversas cidades do País, o governo reafirmou nesta segunda-feira a meta de contratar a construção de 3 milhões de unidades, na terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. Mas, ao menos no início, será uma versão mais modesta, adaptada às novas condições econômicas e financeiras, segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

Isso quer dizer que em 2015 as contratações devem ser menores principalmente na faixa 1, para famílias com renda de até R$ 1,6 mil, que conta com subsídio de até 95% dos cofres federais. As contratações serão distribuídas ao longo do tempo, para causar menor pressão no Orçamento.

Faixa intermediária. A grande novidade dessa nova etapa será a criação de uma faixa de renda intermediária entre a 1 e a faixa 2 (que conta com subsídio pequeno e o restante, financiado). A nova faixa contará com um volume de subsídios intermediário entre o 1 e o 2, e o restante será financiado pelo FGTS. Por isso, foi batizada de “Faixa 1 FGTS”. O mutuário poderá até utilizar suas cotas no Fundo para amortizar a dívida.

As discussões para a nova fase foram iniciadas nesta segunda-feira, em reunião da qual participaram Barbosa, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, a presidente da Caixa, Miriam Belchior, e representantes do setor privado. De acordo com Kassab, essa nova etapa do Minha Casa Minha Vida será semelhante ao que foi a primeira edição do programa. “Será um sucesso, como foi na primeira fase, um vetor da retomada do crescimento econômico”, disse. 

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