Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Projeção para a inflação cai pela sétima semana consecutiva

As projeções do mercado financeiro para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado) 2006 caíram de 3,03% para 2,98% em pesquisa semanal do Banco Central divulgada nesta segunda-feira. Esta foi a sétima queda consecutiva destas estimativas, que estavam em 3,63 há quatro semanas.Com a nova queda, as previsões de IPCA para 2006 se aproximaram do piso da meta de inflação, que é de 2,50%. Nas instituições Top 5, as estimativas de IPCA para 2006 no cenário de médio prazo ficaram estáveis em 2,80%. A estabilidade interrompeu uma seqüência de três semanas consecutivas de reduções dessas projeções, que estavam em 3,57% há quatro semanas. Para o mês de setembro, as previsões de IPCA caíram na pesquisa do BC, de 0,18% para 0,16%. Esta foi a quarta queda consecutiva destas previsões, que estavam em 0,30% há quatro semanas. Para o mês de outubro, as projeções de IPCA ficaram estáveis em 0,30%.A estabilidade interrompeu uma seqüência de duas semanas de reduções destas previsões, que estavam em 0,35% há quatro semanas. Para 2007, as projeções de IPCA ficaram estáveis em 4,30%. A estabilidade pôs fim a uma seqüência de três semanas de quedas destas previsões, que estavam em 4,50% há quatro semanas.Apesar da estabilidade, o porcentual estimado para o IPCA de 2007 continua abaixo da meta central de 4,50% fixada pelo Conselho Monetário Nacional para 2007.No Top 5, as projeções de IPCA para 2007 também não mudaram e prosseguiram em 4,10% no cenário de médio prazo. Há quatro semanas, estas previsões estavam em 4,40%.As previsões suavizadas de IPCA em 12 meses à frente recuaram, por sua vez, de 4,13% para 4,10%. Esta foi a quarta queda seguida destas previsões, que estavam em 4,52% há quatro semanas.As estimativas do mercado financeiro para o reajustes dos preços administrados em 2006 continuaram estáveis em 4,40% pela terceira semana seguida; há quatro semanas, estas previsões estavam em 4,50%. Para 2007, as estimativas de alta dos administrados também não mudaram e prosseguiram em 4,50% pela vigésima semana consecutiva.PIBAs projeções do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2006 ficaram estáveis em 3,09%. A estabilidade das previsões interrompeu uma seqüência de duas semanas seguidas de redução destas estimativas, que estavam em 3,20% há quatro semanas.As estimativas de expansão da produção industrial neste ano, por sua vez, recuaram de 3,55% para 3,51%. Esta foi a quarta queda seguida destas estimativas, que estavam em 4% há quatro semanas.Para 2007, as estimativas de expansão do PIB seguiram inalteradas em 3,50% pela quinta semana consecutiva. As projeções de aumento da produção industrial no próximo ano caíram, ao mesmo tempo, de 4,50% para 4,20%. A queda pôs fim a uma seqüência de 25 semanas de estabilidade destas previsões. JurosAs projeções do mercado financeiro para a taxa de juros em outubro ficaram estáveis em 13,75% ao ano. O porcentual estimado embute uma expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) volte a cortar os juros em 0,50 ponto porcentual na reunião dos dias 17 e 18.Para o fim do ano, as expectativas de juros não foram alteradas e permaneceram em 13,50% ao ano; há quatro semanas, estas previsões estavam em 14% ao ano. As estimativas de taxa média de juros neste ano ficaram estáveis em 15,13% ao ano. Há quatro semanas, estas previsões estavam em 15,22% ao ano.Para o fim de 2007, as estimativas de juros não mudaram e prosseguiram em 12,50% pela segunda semana consecutiva. Há quatro semanas, estas projeções estavam em 13% ao ano. As previsões de taxa média de juros para o próximo ano, por sua vez, recuaram de 13,10% para 13,03% ao ano; há quatro semanas, estas projeções estavam em 13,50% ao ano.IGP-DIAs projeções do mercado financeiro para a variação do IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) em 2006 caíram de 3,26% para 3,22%. Esta foi a segunda redução seguida destas previsões, que estavam em 3,42% há quatro semanas.Para 2007, as projeções de IGP-DI caíram de 4,50% para 4,45%. Foi a primeira queda destas estimativas, que se mantiveram estáveis por 32 semanas consecutivas. As previsões de IGP-M em 2006, por sua vez, caíram de 3,39% para 3,31%. Esta foi a quarta queda consecutiva destas projeções, que estavam em 3,53% há quatro semanas.As estimativas de IGP-M (Índice Geral dos Preços do Mercado) para 2007 recuaram de 4,48% para 4,47%. Esta foi a segunda queda seguida destas previsões, que estavam em 4,50% há quatro semanas.As projeções do mercado para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe em 2006 ficaram estáveis em 1,83%. A estabilidade veio após sete semanas consecutivas de queda destas previsões, que estavam em 2,14% há quatro semanas. Para 2007, as estimativas de IPC da Fipe também não mudaram e prosseguiram estáveis em 4%; há quatro semanas, estas estimativas estavam em 4,20%.Balança ComercialAs projeções para o superávit da balança comercial em 2006 ficaram estáveis em US$ 43 bilhões; há quatro semanas, estas previsões estavam em US$ 42 bilhões. As estimativas de superávit em conta corrente em 2006 também não mudaram e prosseguiram em US$ 10 bilhões pela segunda semana seguida. Há quatro semanas, estas projeções estavam em US$ 9 bilhões.Para 2007, as estimativas de mercado para o superávit da balança comercial também não mudaram e prosseguiram em US$ 36 bilhões pela quinta semana consecutiva. As previsões de superávit em conta corrente para 2007 também não mudaram e continuaram em US$ 5 bilhões pela segunda semana consecutiva; há quatro semanas, estas projeções estavam em US$ 4,30 bilhões. Investimento estrangeiroAs projeções do mercado financeiro para o fluxo de investimento estrangeiro direto (IED) em 2006 caíram de US$ 15,90 bilhões para US$ 15,72 bilhões, segundo o BC. Há quatro semanas, estas previsões estavam em US$ 16 bilhões. Para 2007, as estimativas de fluxo de IED continuaram estáveis em US$ 16 bilhões pela 15º semana consecutiva. Dívida líquidaAs projeções do mercado financeiro para a dívida líquida do setor público em 2006 caíram de 50,40% para 50,35% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo a pesquisa do BC.A queda interrompeu uma seqüência de duas semanas consecutivas de elevação destas projeções, que estavam em 50,30% do PIB há quatro semanas. Para 2007, as previsões de dívida líquida ficaram estáveis em 49,10% do PIB pela sexta semana consecutiva.Esta matéria foi alterada às 09h44 para acréscimo de informações.

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