Projeto detonará ''genocídio cultural'', diz antropóloga

O projeto de Belo Monte é o prelúdio de um "genocídio cultural sem precedentes" na história do Brasil, "semelhante, talvez, somente à construção da Transamazônica", diz a antropóloga Sônia Magalhães, da UFPA. Segundo ela, a região afetada pela obra tem "a maior concentração de diversidade cultural da Amazônia", com uma representantes indígenas de três dos quatro troncos linguísticos da Amazônia: tupi, jê e karib. "Em nenhum outro local você tem isso", diz ela. "Essas culturas serão profundamente modificadas pela usina."

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