Coluna

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Pronaf deveria ser mais flexível, propõe economista

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que visa equilibrar e incentivar a produção agrícola de pequeno porte, deveria ter critérios mais flexíveis, avalia a economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ignez Vidigal Lopez, que recentemente concluiu um estudo sobre o tema.De acordo com ela, os agricultores familiares representam 24% da produção agrícola no Brasil. "Esses critérios geram uma distorção. Um público muito maior, mas que tem participação muito pequena no total da produção agropecuária", afirmou a economista ao programa Conjuntura Econômica, da "TV Cultura". De acordo com Ignez, o governo precisa definir melhor que tipo de agricultor ele deseja apoiar. "Acho que deveria haver uma gradação maior entre o agricultor familiar e o pequeno produtor que não é enquadrado no Pronaf. Ele deveria ter algumas facilidades, já que é muito difícil para ele disputar o crédito que o governo destina à agricultura junto com os médios e grande produtores, que estão muito melhor estruturados."

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