Pronta para os desafios da década
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Pronta para os desafios da década

Apostar no talento humano é o caminho definido pela Votorantim Energia para lidar com a transformação do setor e o avanço da agenda ESG

Votorantim Energia, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

14 de outubro de 2021 | 08h00

Todas as projeções convergem numa mesma direção: a década que está começando registrará as mudanças mais drásticas e aceleradas da trajetória humana, processo que afetará profundamente os mais diversos setores da sociedade e da economia. Em 2030, as fontes renováveis de energia terão se tornado predominantes, e os preceitos de sustentabilidade estarão consolidados como a principal referência para as decisões corporativas e governamentais.

Algumas empresas serão mais ágeis para processar a transição rumo à economia de baixo carbono e à abertura do mercado para o varejo. A Votorantim Energia, que atua tanto na geração quanto na comercialização de energia, está se transformando para acompanhar as mudanças do setor. O centro dessa estratégia é criar mecanismos para que seus profissionais estejam aptos não apenas para lidar com mudanças rápidas e complexas, mas para se antecipar a esse movimento.

“Esta nova realidade é traduzida para nossos colaboradores em forma de convite para as pessoas terem coragem de viver o novo, terem ousadia para inovar”, diz a gerente de Pessoas e Comunicação da Votorantim Energia, Michelle Lourenço. Um dos pilares desse processo é apostar em perfis multidisciplinares, bem como no desenvolvimento de novas competências demandadas pelo negócio. Para acelerar essa transformação, o modelo ágil tem ganhado novas perspectivas, onde os squads são desafiados a buscar soluções em períodos mais curtos que o tradicional, com um olhar focado na experiência do cliente. 

Rumo à liderança

Os squads, equipes que reúnem profissionais de diferentes áreas no diagnóstico de um problema específico, atuam em ciclos incrementais de projetos que vão do desenvolvimento de protótipos para experimentação e inovação até a concretização de resultados. Todo o processo é muito rico e gera diversos aprendizados na jornada.

A diversidade de formações, experiências e origens é outro aspecto que a empresa tem valorizado cada vez mais. Se até recentemente era esperado que as organizações do setor de energia fossem compostas basicamente por engenheiros, hoje o perfil multidisciplinar ganhou força. “Na soma de perspectivas, ampliamos nossa capacidade e elevamos a criatividade para gerar a inovação que desejamos e que é necessária para o futuro do setor”, destaca Michelle.

Nessa nova configuração, a empresa já trouxe para seu quadro de 500 colaboradores uma variedade bem maior de especialidades, incluindo arquitetos e cientistas de dados, gestores de produtos, analistas de customer experience, meteorologistas, analistas socioambientais, entre outros. Como parte desse mesmo movimento, os processos de contratação passaram a ser pautados também pelo objetivo de aumentar a inclusão e a diversidade de gênero, de etnia, de orientação sexual e de faixa etária, de forma a refletir a agenda ESG da companhia.

Embora os mercados de geração e de comercialização sejam complementares, cada um tem características específicas. Enquanto a geração de energia vem passando por forte aceleração, com a expansão das novas modalidades – especialmente eólica e solar –, a comercialização está diante de uma fase ainda mais disruptiva de transformação. Um exemplo: a abertura gradual para o mercado livre levará a Votorantim Energia a se relacionar com pequenos e médios consumidores.

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