Proposta da Cosan pela Esso pode não ter sido a maior

Segundo diretor da empresa, em operações desse tipo vários ângulos são analisados, além da oferta

Wellington Bahnemann, da Agência Estado,

24 de abril de 2008 | 13h34

O diretor vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Cosan, Paulo Diniz, disse não saber se a proposta de US$ 826 milhões apresentada para a compra dos ativos da petrolífera americana ExxonMobil no Brasil, que culminou com a compra da Esso Brasileira de Petróleo, foi a mais elevada. "Não sabemos se foi a mais alta, mas acreditamos que não. Em operações desse tipo, a ExxonMobil avalia vários ângulos e o ângulo financeiro é apenas um deles", disse o executivo, em teleconferência sobre a operação. De acordo com o executivo, o quadro de funcionários que a Esso detém no Brasil pode ter pesado na decisão final da companhia americana. "Tem toda uma força de colaboradores e funcionários. Isso tem um papel muito grande. A Cosan certamente vai precisar dos colaboradores e funcionários e outros interessados poderiam não precisar", disse.Segundo Diniz, são vários os fatores que pesam na decisão da escolha do vencedor. "São muitos fatores, mas não gostaria de falar em nome da Exxon", afirmou o executivo.

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