Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Proposta de Safra e Cutrale compete com plano de fusão

A Chiquita adiou uma assembleia extraordinária de acionistas, marcada para a última quarta-feira, para avaliar com mais calma a oferta de compra enviada pelos grupos brasileiros Cutrale e Safra - proposta que disputa com um plano de fusão da Chiquita com a irlandesa Fyffes. A nova assembleia será em 3 de outubro. Se aprovada, a proposta de Cutrale e Safra para adquirir 100% da Chiquita interrompe a fusão da empresa com a irlandesa Fyffes, anunciada em março, e que criaria a líder global no setor de bananas. Em agosto, Cutrale e Safra ofereceram US$ 625 milhões pela Chiquita, quase US$ 100 milhões a mais que a avaliação da empresa na fusão com a Fyffes. A disposição dos brasileiros em brigar pela Chiquita faz parte de uma estratégia de diversificação da Cutrale, dona de um terço da produção global de laranja, um negócio que vem encolhendo nos últimos anos. O conselho de administração da Chiquita, inicialmente, rejeitou a oferta e recomendou aos acionistas a fusão com a Fyffes. O conselho voltou atrás após as consultorias Institutional Shareholder Services (ISS) e Glass Lewis indicarem que a venda aos brasileiros era a melhor opção para os acionistas. A Chiquita firmou no dia 10 um acordo de confidencialidade que permite a Safra e Cutrale analisar seus dados financeiros e iniciar as negociações.

O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2014 | 02h04

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.