Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Proposta dos militares vai caminhar junto com Previdência, mas será votada depois

De acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, acordo foi feito com o presidente da Câmara dos Deputados

Teo Cury, O Estado de S.Paulo

14 de março de 2019 | 14h09

BRASÍLIA - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira, 14, que foi acordado com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a proposta que deverá alterar as regras para a Previdência dos militares vai caminhar junto com a da reforma da Previdência, mas será votada depois dela. O acordo, explicou, foi um compromisso que ele e Maia fizeram com os militares.

“Se a reforma for votada pela manhã, o projeto de lei dos militares vai ser votado à tarde. Se for votado num dia a reforma da Previdência, a dos militares vai ser no outro dia. Uma coisa é certa: o compromisso que nós assumimos nós vamos honrar”, afirmou a jornalistas. Ele ainda disse que “amanhã ou no máximo segunda-feira esta matéria chega na Casa”.

Na segunda-feira, 11, líder do PSL na Câmara, delegado Waldir, afirmou que ficou estabelecido, em um diálogo com Maia, que a reforma dos militares só será votada no plenário da Câmara após a votação da PEC da Nova Previdência. Waldir, no entanto, não soube explicar se essa votação da PEC será no primeiro turno ou apenas no segundo.

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