Prós e contras da demissão

1.Bastidor. Fontes afirmam que há algum tempo a equipe econômica do governo teria visto nas movimentações de Allan Simões Toledo uma tentativa de se confrontar com o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, a ponto de forçar um desfecho que poderia resultar na demissão do próprio presidente.

O Estado de S.Paulo

29 de dezembro de 2011 | 03h05

2.Explicações. Oficialmente, o Banco do Brasil informou que a saída de Toledo foi um "ato de gestão do conselho de administração" do banco, e que o desligamento do ex-vice-presidente ocorreu a pedido da administração da casa.

3.Agressividade.Na gestão de Toledo, o Banco do Brasil teve uma atuação agressiva no exterior, com a compra de bancos na Argetina e nos EUA.

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