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Protecionismo ainda é questão difícil, diz ministro da Rússia

Kudrin acrescentou que nas condições atuais é muito difícil para país permanecer distante do protecionismo

Suzi Katzumata, da Agência Estado

13 de março de 2009 | 17h40

O protecionismo permanece uma "questão muito especial" na agenda do G-20, pois embora todos concordem que o protecionismo deve ser evitado, isso é muito difícil de implementar, disse o ministro de Finanças da Rússia, Alexei Kudrin.

 

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Ele acrescentou que nas condições econômicas atuais é muito difícil para todo país permanecer distante do protecionismo. Kudrin também disse que não há desacordo no G-20 sobre a necessidade de dar apoio ao setor bancário. Contudo, ele disse que os países do G-20 diferem sobre um número de questões, sem dar detalhes. "Não se deve ter expectativas por resultados deste encontro ministerial apenas, porque decisão serão tomadas em vários encontros durante a primavera, verão e outono (no hemisfério norte, equivalentes ao segundo, terceiro e quarto trimestres)", disse.

 

O ministro também disse que o Brasil, Índia, Rússia e China (Bric) têm uma posição conjunta sobre muitas questões sensíveis. Em particular, ele disse que existe "um desejo conjunto de acelerar a reforma das instituições financeiras internacionais". Kudrin disse que os países do Bric estavam preparando um comunicado conjunto sobre questões do G-20, mas acrescentou, "o diabo mora nos detalhes". As informações são da Dow Jones.

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