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Protesto atinge sala de presidentes de bancos

Sem proposta dos bancos de aumento real de salários, a greve nacional dos bancários entra hoje no 13º dia. Ontem, sindicalistas de São Paulo, Osasco e região concentraram as manifestações nos prédios administrativos onde estão instalados os escritórios dos presidentes dos principais bancos do País.

AE, Agencia Estado

06 de outubro de 2009 | 09h15

A estratégia de pressão foi decidida depois de duas rodadas de negociação entre o comando nacional dos bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizadas quinta-feira e sexta, que terminaram sem propostas dos bancos. Os negociadores da Fenaban disseram que encaminhariam as simulações discutidas aos bancos e quem decidiria seriam os presidentes das instituições.

As manifestações de ontem paralisaram durante toda a manhã prédios onde trabalham os presidentes de alguns dos principais bancos do País. Mais de 30 mil bancários trabalham nesses locais. Além dos centros administrativos, mais 550 locais de trabalho foram paralisados em São Paulo, Osasco e região. Cerca de 46,6 mil bancários foram abrangidos pelas manifestações.

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informou, por meio de sua assessoria, que as instituições discutem entre si os rumos da negociação, o que pode resultar em nova rodada ainda esta semana. Em assembleia no fim da tarde, os trabalhadores decidiram manter a greve. Formada por 465 mil trabalhadores no País, dos quais 134 mil em São Paulo e Osasco, a categoria quer 10% de reajuste salarial (5% de aumento real), e PLR composta pelo pagamento de três salários, acrescidos de valor fixo de R$ 3.850. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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