JF Diorio/Estadão
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Protesto contra paralisação de Minha Casa Minha Vida fecha Avenida Paulista

Organizado pelo MTST, manifestantes pediam a retomada de faixa do programa destinada às instituições habitacionais, o MCMV Entidades

O Estado de S. Paulo

31 de janeiro de 2018 | 21h20

Um protesto realizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto fechava no início da noite desta quarta-feira, 31, as duas vias da Avenida Paulista na altura da Rua Augusta. Os manifestantes se posicionavam em frente a sede da Caixa Econômica Federal na capital paulita e, segundo os organizadores, reividicavam a retomada das contratações do programa habitacional Minha Casa Minha Vida em sua faixa subsidiada para entidades não governamentais.

O protesto começou por volta das 16h e permanecia na via até o início da noite, quando os manifestantes foram convidados para uma reunião na sede da Caixa.

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Segundo porta-vozes do MTST, a Caixa afirmou durante o encontro que o programa será retomado nas próximas semanas e que o movimento possui projetos inscritos em condições de serem contratados.

 

Devido o ato, as duas vias da Avenida Paulista tiveram que ser fechadas na altura da Rua Augusta. Às 20h, no entanto, a Companhia e Engenharia e Tráfego de São Paulo (CET) informou que as pistas já estavam liberadas. 

O programa Minha Casa, Minha Vida Entidades foi criado em 2009 para subsidiar  unidades habitacionais às famílias organizadas por meio de cooperativas habitacionais, associações e demais entidades privadas sem fins lucrativos, operado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). 

O MTST diz que desde 2016, em virtude da portaria 186, assinada em 13 de maio de 2016 (publicada no Diário Oficial da União de 17 de maio), o financiamento foi cancelado, impedindo a construção de mais de 11 mil moradias.

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