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Protesto de índios bolivianos não afetará abastecimento de gás

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, reafirmou que não há risco de faltar gás natural no Brasil em razão dos protestos de índios bolivianos pertencentes à Assembléia do Povo Guarani (APG). Desde domingo, eles ocupam uma estação de controle do gasoduto Transierra e ameaçam fechar uma válvula, prejudicando o fornecimento."Enviamos um representante para a Bolívia e, pelas informações que tivemos hoje pela manhã, esse problema será resolvido rapidamente", afirmou. Costa disse que as sócias no consórcio Transierra - a hispano-argentina Repsol-YPF e a francesa TotalFinalElf - também têm representantes nesse momento negociando com os índios.A participação do governo boliviano na solução do conflito foi minimizada por Costa. Ele lembrou que um representante do Ministério da Agricultura da Bolívia já está na reunião para intensificar as conversações com a APG, mas afirmou que esse é um elemento de ajuda, já que a reivindicação dos indígenas recai diretamente sobre a companhia. A APG quer um pagamento de US$ 9 milhões a título de direito de passagem.Apesar dos problemas constantes com o país vizinho, o diretor da Petrobras ressaltou como positiva a visita do vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Limera, que chegará ao Brasil na quinta-feira para um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com os ministros de Relações Exteriores, Celso Amorim, e de Minas e Energia, Silas Rondeau.

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