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PSA Peugeot Citröen investe R$ 100 milhões em novo motor

Novo propulsor promete redução de 7% de consumo de combustível 

Alessandra Saraiva, da Agência Estado,

13 de dezembro de 2011 | 12h03

PORTO REAL - O novo motor EC5, lançado nesta terça-feira, 13, pelos grupos PSA Peugeot Citröen e Robert Bosch, demandou investimentos da ordem de R$ 100 milhões, em sua pesquisa e elaboração, de acordo com o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da montadora para a América Latina, François Sigot.

Em lançamento hoje do novo motor, na fábrica de motores da Peugeot em Porto Real, no sul fluminense, o executivo informou que o EC5 demandou três anos em sua elaboração.

O novo motor utiliza a tecnologia Flex Start, que dispensa o uso do chamado "tanquinho", reservatório de combustível para partida a frio m carros que usam etanol, que promete redução de 7% de consumo de energia.

A tecnologia já havia sido lançada pela Volkswagen, também em parceria com a Bosch, em 2009 quando lançou o novo modelo Polo. Mas a Volks teria lançado o motor com esta tecnologia em edição limitada, de acordo com a Peugeot. "Nosso motor será o primeiro com esta tecnologia a ser produzido em grande escala", salientou  Sigot.

O novo motor será usado no Peugeot 308, a ser lançado em 2012 em substituição ao modelo 307. Ainda segundo o executivo, está em estudo a alocação do motor em outros modelos Peugeot. "Mas ainda não há nada de concreto", frisou.

A intenção da Peugeot é aumentar a produção da fábrica de motores dos atuais  280 mil motores ao ano para 400 mil unidades ao ano até 2015.

Bosch

O grupo Bosch investiu em torno de R$ 103 milhões em seus negócios na América Latina este ano, segundo o vice-presidente da companhia para a América Latina, Gerson Fini. Este montante representa 50% a mais do investido em 2010. "No ano que vem, pretendemos investir em torno do mesmo montante", acrescentou.

Praticamente todo o volume de investimentos do grupo será alocado no Brasil. A América Latina representa em torno de 4% dos negócios do grupo no mundo, de acordo com Fini. Este ano, as vendas do grupo no continente latino-americano devem registrar alta de 8% frente a 2010. "Crescemos em todos os segmentos", afirmou.

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