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Daniel Teixeira/Estadão
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Quadrilha teria movimentado R$ 600 milhões ilegais na fronteira com Paraguai

Operação Bemol, da Polícia Federal, busca desarticular grupo suspeito de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em Foz do Iguaçu

Agência Estado, O Estado de S. Paulo

05 de março de 2015 | 10h54

A Receita e a Polícia Federal de Foz do Iguaçu começaram nesta quinta-feira, 5, o a Operação Bemol. O objetivo da investida é desarticular quadrilha suspeita de esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na fronteira entre o Brasil e Paraguai, da ordem de R$ 600 milhões.

O grupo teria feito uso de contas fantasmas para o recebimento de fartas quantias vindas de Estados diversos. Os valores serviriam para a compra de bens, drogas e cigarros vindos do Paraguai. 

Este grupo era responsável por conferir aparência lícita a recursos financeiros de origem criminosa e remeter esse mesmo dinheiro "sujo" ao Paraguai. Além dessas atividades, para atender as exigências de "doleiros" paraguaios, a organização criminosa também era responsável por transferir parte dos ativos ilícitos para contas bancárias brasileiras controladas por tais "doleiros".


Ao todo serão cumpridos 07 mandados de prisão preventiva, 34 mandados de prisão temporária, 25 mandados de condução coercitiva e 68 mandados de busca e apreensão nos municípios de Foz do Iguaçu/PR, Santa Terezinha de Itaipu/PR, Matelândia/PR, Cascavel/PR, Toledo/PR, Altônia/PR, Joinville/SC, Soledade/RS, Ribeirão Preto/SP e Monte Aprazível/SP. Estão envolvidos na ação 230 policiais federais e 30 servidores da Receita Federal.

A expressão Bemol é uma referência à teoria musical, visto que tanto o sustenido quanto o bemol representam uma nota intermediária entre duas outras notas musicais.

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