Tiago Queiroz/Estadão - 25/11/2020
Para quem vai comprar um eletrodoméstico novo, escolher os modelos de baixo consumo de energia é uma boa opção. Tiago Queiroz/Estadão - 25/11/2020

Quais aparelhos consomem mais energia? Veja como economizar na conta de luz

Ar-condicionado, máquina de lavar-roupa e chuveiro elétrico têm bastante peso nos gastos de energia; em meio à crise hídrica e com tarifas mais caras, otimizar o uso de aparelhos se tornou essencial

Érika Motoda e Maiara Santiago, O Estado de S.Paulo

10 de setembro de 2021 | 15h00

O agravamento da crise hídrica, a pior dos últimos 91 anos, vai pesar bastante no bolso do consumidor. Desde o dia 1º de setembro, entrou em vigor a nova "bandeira escassez hídrica", que vai acrescentar uma taxa de R$ 14,20 na conta de luz de todos os consumidores, a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O valor vai vigorar até 30 de abril de 2022.

A distribuidora de energia Enel disponibiliza um simulador de consumo elétrico para os Estados onde está presente: São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará Goiás. É possível calcular o quanto de energia é consumida em cada cômodo da casa ao inserir as informações dos aparelhos eletrônicos.

Assim, é possível descobrir quem são os “vilões” nesta época de crise de energia e fazer a gestão de cada aparelho de acordo com a rotina de cada casa. Por exemplo, ao simular o uso diário de uma televisão, um aparelho de ar-condicionado e a lâmpada ligada por 5 horas, descobre-se que, desses três, o que mais consome energia é o ar-condicionado. 

O cálculo do simulador também é feito levando em conta o perfil de consumo de cada família na hora de dar o resultado, já que a cobrança de impostos pode variar. “Em São Paulo, por exemplo, um cliente que consome até 90 kWh por mês é isento de ICMS. Mas se consumir entre 90 kWh e 200 kWh/mês, ele paga 18% de ICMS. Já se consumir acima de 200 kWh/mês, ele paga 25% de ICMS”, explicou André Oswaldo dos Santos, diretor de Mercado da Enel Distribuição São Paulo.

 

Reduzir o consumo é importante, pois mesmo com a energia mais cara, a demanda não deverá parar de crescer. Em julho, o consumo de eletricidade no Brasil bateu recorde, atingindo 39.950 gigawatts/hora (GWh), alta de 5,7% contra igual mês do ano passado. O número é em grande parte resultado do processo de retomada da economia, após o afrouxamento das restrições contra a covid-19.

Quem quiser aliviar um pouco o preço, pode tentar se enquadrar nas regras do programa de economia voluntária anunciado pelo governo, que vale para empresas e consumidores residenciais. Apesar do bônus ser pequeno - de R$ 0,50 a cada 1 kWh consumido para quem poupar de 10% a 20% do valor da conta -, tentar diminuir o consumo é uma boa opção não apenas para o bolso mas também para o sistema energético do País.

Em julho, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicou que poderá haver um "esgotamento" de praticamente todos os recursos energéticos em novembro, no fim do período sem chuvas. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também reforçou com a população a importância da redução do consumo. Veja, logo abaixo, algumas dicas de como otimizar o uso de aparelhos:

Veja o que fazer para economizar energia em casa:

Confira algumas dicas simples para reduzir o consumo e baixar a conta de luz

  • Chuveiro elétrico:

O chuveiro é um dos maiores vilões da conta de luz. Segundo a Enel, os modelos mais populares têm potência de cerca de 5.500W - nesse cenário, um banho de 15 minutos por dia, para uma família de quatro pessoas, pode elevar em R$ 100 a conta de luz. Se reduzido para a temperatura 'morno' ou 'verão', a economia poderá ser de 30%, ou seja, R$ 30.

  • Aquecedores e ar-condicionado:

Aquecer a casa no frio pode ter um custo alto: a depender da utilização, o gasto com o aparelho poderá ser responsável por 1/3 do valor da conta. A indicação da Enel é desligar aquecedores e ar-condicionado sempre que o ambiente estiver vazio. Evitar usar por períodos muito longos também é uma boa opção.

  • Aparelhos em modo stand-by:

Aqui não se trata apenas de um aparelho, mas de um conjunto de 'pequenos vilões'. Televisões e computadores podem entrar em modo stand-by, o que acontece quando o aparelho já está conectado à tomada, esperando apenas o comando do botão 'ligar'. Apesar da tela desligada, a Enel explica que o aparelho ainda estará consumindo energia. Sempre que possível, evite que isso aconteça.

  • Máquinas de lavar e secar:

A recomendação da Enel é sempre utilizar as máquinas em sua capacidade máxima e se possível, uma vez por semana. Como os aparelhos que geram calor costumam ser os que mais consomem energia, é sempre bom considerar utilizar a opção de água aquecida das máquinas ou mesmo a função de secar somente quando realmente for necessário.

  • TV e computador:

Desligue a televisão sempre que for dormir ou sair do cômodo por um longo período. No caso do computador, a Enel recomenda desligar o aparelho após duas horas de inatividade e o monitor, após 15 minutos sem utilizar.

  • Carregador de celular, luzes e outros aparelhos:

Caso saia do ambiente, priorize desligar aparelhos e luzes. O mesmo vale para o carregador de celular: se não estiver utilizando, desconecte da tomada. Além disso, verificar as condições da rede elétrica interna, em busca de pontos de fuga de energia ou mesmo fios e cabos desencapados, também é importante para evitar o aumento da conta de luz.

  • Trocar eletrodomésticos por modelos mais novos:

Apesar das dicas individuais, adotar alguns 'mantras' podem ajudar a otimizar a economia de energia. Se estiver pensando em trocar/comprar um aparelho novo, a Enel indica escolher aqueles de baixo consumo de energia, com o selo A do Procel, se possível. Se forem importados, o selo de eficiência será o Energy Star.

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Com a inflação nas alturas, confira um guia sobre como economizar

Especialistas dão dicas de como fugir dos preços mais altos de itens básicos do orçamento doméstico, da alimentação à energia elétrica

Lorenna Rodrigues e Marlla Sabino, O Estado de S.Paulo

10 de setembro de 2021 | 15h00

BRASÍLIA - Com a alta de preços espalhada por vários setores, está cada vez mais difícil fugir do dragão da inflação. Os reajustes afetam de forma mais cruel os mais pobres, que têm menos renda disponível para fazer frente à escalada de preços e pouco acesso a serviços financeiros que protegem o valor do dinheiro. 

Nos últimos meses, a inflação tem aumentado para todas as faixas de renda, o que tem levado famílias a procurarem alternativas que caibam no bolso. Mas quando até o ovo, que substitui proteínas como carne e frango, está mais caro, o que os brasileiros podem fazer? 

O Estadão/Broadcast ouviu especialistas para buscar alternativas que, se não resolvem, ao menos ajudam a fugir dos preços mais altos. “A inflação se espalhou bastante. Vamos ter que encarar essa carestia”, afirma o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Getúlio Vargas, André Braz. “Não há dicas para evitar que os preços subam, mas o consumidor pode fazer com que suba mais lentamente comprando menos o que está caro, na medida do possível.” 

Ele ressalta que é urgente “tomar controle” da inflação porque os mais pobres seguem desprotegidos. “Elas são as maiores vítimas da inflação. Dizer para essa família ‘compre menos’ é falta de sensibilidade”, completa. 

O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, diz que a principal arma do consumidor neste momento é pesquisar. “Quando há um movimento de inflação ou mesmo de acomodação de preços, é importante o consumidor fazer sua pesquisa e verificar os valores antes de fazer as compras. Os supermercados, por exemplo, têm políticas que adotam no momento de fazer suas aquisições e podem fazer promoções para manter o consumidor”, explica.

Também é importante que as famílias tenham conhecimento detalhado do orçamento da casa. A professora do Departamento de Economia Doméstica da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Ana Lídia Galvão, explica que o primeiro passo para tentar economizar é “colocar tudo no lápis”. Ou seja, anotar quanto ganha e todos os gatos. “A gente contabiliza uma prestação, aluguel, as coisas mais caras, mas às vezes, os gastos pequenos do dia, as pessoas não têm a prática de anotar. E isso vai corroendo o salário”, disse.

 

Pesquisa reforçada e lista de compras para ir ao supermercado

Para encontrar alimentos com melhor preço, especialistas são unânimes: é preciso pesquisar. Uma pesquisa da Abras feita na semana passada mostra a diferença de preços que o consumidor pode encontrar para um mesmo produto. Um saco de arroz de 5 kg era vendido por R$ 15,99 até R$ 29,98. Além disso, os supermercados aumentaram as marcas oferecidas - no caso de arroz, passou de quatro para sete em média nos últimos meses. 

O feijão foi encontrado com preços entre R$ 5,99 e R$ 9,99 o pacote com 1 kg. Já o frango variou de R$ 10,99 a R$ 17 o quilo. Milan, da Abras, lembra que supermercados têm estoque e, muitas vezes, podem ter estoques com preços antigos. “Os supermercados têm sentido uma retração no consumo com a inflação e, por isso, aumentam as promoções e ofertas”, afirmou. Ele indica ainda que o consumidor procure ofertas como o “dia da carne” ou “dia do peixe” e dê preferência a legumes e vegetais de época, que são mais em conta. 

Braz, da FGV, aconselha o consumidor a, antes de sair de casa, fazer um bom inventário do que tem na dispensa para evitar comprar o que não precisa. Além disso, vá com a lista pronta e se atenha a ela para não demorar no supermercado. “Supermercado é feito para você não correr, porque o chão é liso e não tem relógio, justamente para você perder a hora. Quanto mais tempo você fica no mercado, mais coisas inúteis você vai comprar. Ir com uma lista na mão ajuda a evitar isso”. 

Outra dica é comprar nos chamados atacarejos, que vendem produtos em maior quantidade, muitas vezes por preços melhores. “O consumidor pode combinar de ir com amigos e parentes, vai possibilitar ter acesso a um preço melhor e evitar comprar para estocar”. Estoque, aliás, não é recomendado neste momento. “Se todo mundo sai para comprar, o preço vai aumentar e ninguém vai comprar barato. O mercado é sensível à demanda, se a demanda responde ao preço baixo, ele aumenta”.

  • Faça uma lista: sempre vá ao supermercado com uma lista na mão e siga à risca. Quanto mais tempo ficar, mais coisas irá comprar;
  • Aproveite ofertas: dê preferência alimentos que estão com preço mais baixo e faça uma pesquisa de preço;
  • Substituições: tente optar por marcas mais baratas e substituir alimentos do mesmo grupo pela opção mais em conta. Aproveitar frutas e legumes da estação também pode ajudar;
  • Compra coletiva: combine com amigos ou familiares a compra em grande quantidade de produtos não perecíveis em atacado.

Mudança de hábitos para reduzir a conta de luz

Os consumidores estão sentindo no bolso os impactos do aumento na geração de energia elétrica causado pela grave crise hídrica. Com a nova bandeira tarifária, batizada de “bandeira escassez hídrica”, a conta de luz deve ficar, em média, 6,78% mais cara a partir deste mês. Como energia é um item essencial para todos, os consumidores não terão outro jeito a não ser economizar, onde e como for possível, para tentar abaixar a conta de luz.  

“Alguns consumidores têm mais margem para cortar, se a família já tem um consumo baixo, não tem muito o que fazer”, avalia o coordenador do programa de energia e sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Leite. Ele explica, no entanto, que há alguns hábitos que podem fazer diferença no final do mês, como o tempo de banho, a regulagem da temperatura do chuveiro e a quantidade de lâmpadas acesas. 

O especialista também alerta para o momento da compra de alguns eletrodomésticos. “O consumidor tem que ficar atento para ver se aquele equipamento é o que vale mais a pena em termo de consumo de energia. O ar-condicionado, por exemplo, é um investimento alto e nem todos podem fazer. Muita gente escolhe pelo valor do investimento, mas não se preocupa com o valor da conta”, diz. 

O equipamento, assim como o chuveiro elétrico, é um dos vilões, já que são equipamentos que mais pesam no consumo de energia. Para tentar contornar, é ideal escolher um aparelho de acordo com o tamanho do ambiente, manter os filtros limpos e manter janelas e portas fechadas durante o uso. 

Outro ponto importante é a geladeira. O abre e fecha aumenta a conta de luz. “Não tem que ficar abrindo toda hora. Pode fazer uma listinha do que está lá dentro e colar na porta, assim já sabe o que tem, o que está congelado e evita abrir”, recomenda a professora Ana Lídia Galvão, da UFV. A especialista também recomenda que as pessoas tenham atenção para os equipamentos ligados em stand by e para equipamentos de televisão ligados quando não há ninguém assistindo. 

Os consumidores também devem evitar utilizar o ferro e a máquina de lavar muitas vezes na semana. Especialistas recomendam juntar a maior quantidade de roupas possível para passar ou lavar todas de uma vez. 

Sobre a iluminação, a sugestão é que as famílias aproveitem a luz do dia o maior tempo possível e, quando necessário, troquem as lâmpadas fluorescentes pelas de Led, que são mais eficientes e econômicas. “Talvez não valha a pena financeiramente neste momento trocar todas, incluindo as que estão funcionando, pelo tempo de retorno do investimento”, explica Leite. As incandescentes também devem ser substituídas.

  • Junte todas as roupas: dê preferência a juntar uma grande quantidade de roupas para passar ou lavar para ligar a máquina de uma vez só;
  • Iluminação: tente deixar janelas abertas durante o dia para aproveitar a luz natural. Sempre desligue as lâmpadas quando não estiver utilizando;
  • Lâmpadas mais eficientes: sempre que for substituir lâmpadas queimadas, dê preferência para as de LED;
  • Banhos mais curtos: o chuveiro é um dos principais vilões da conta de luz. Evite banhos demorados e desligue o chuveiro sempre que for se ensaboar;
  • Abra quando necessário: evite o abre e fecha da geladeira o tempo inteiro. Uma opção é fazer uma lista do que está dentro. Também aguarde os alimentos esfriarem para guardar;
  • Ar condicionado: mantenha os filtros dos aparelhos limpos e regule adequadamente a temperatura. Mantenha as janelas e portas fechadas quando estiver ligado. 

Carro em dia para consumir menos combustível

Não há dúvidas de que a despesa para abastecer o carro está pesando no orçamento dos brasileiros. Em três regiões do País, o litro da gasolina comum já ultrapassa R$ 7, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). É difícil fugir do preço, mas é possível economizar, ao menos que pouco. 

O primeiro passo, de acordo com o coordenador de eficiência energética da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), o engenheiro Marcos Palasio, é calcular, em média, a despesa com combustível gasta por ano. Isso ajudará a traçar uma meta e saber quanto de dinheiro poupará com a redução do consumo. 

“As pessoas devem fazer um cálculo anual. Um consumidor médio normalmente roda 15 mil quilômetros por ano, com isso deve encher o tanque, em média, a cada duas semanas. Considerando o litro da gasolina a R$ 6, e um tanque de 60 litros, vai custar R$ 360. No final do ano, terá gasto algo em torno de R$ 10 mil. Você começa a ter a dimensão de quanto é caro o combustível. Economizar cerca de 10% disso é algo expressivo”, diz. 

Segundo o especialistas alguns cuidados simples podem ajudar a economizar, como o cuidado com a pressão dos pneus. “Isso tem condições de fazer gratuitamente na visita ao posto para abastecer. Pode pedir isso como cortesia”, explica o especialista. 

Segundo ele, mesmo que o pneu esteja em boas condições, a perda natural de pressão pelo uso contribui para um aumento considerável no uso de combustível. “Por mês, pode perder entre uma e duas libras do pneu. Você calibra com média de 30 libras e, em dois meses, pode perder até 10% disso, dependendo do uso. Com isso, você pode ter um aumento de consumo da ordem de 5% a 7%”, explicou.

O uso do ar-condicionado do veículo também faz diferença. Assim como os equipamentos usados em casa, é necessário manutenções regulares. Isso evita que seja necessário aumentar a frequência do uso ou até mesmo a regulagem, que também afeta o consumo de combustível. 

O uso de suportes para bicicletas ou pranchas também podem influenciar. O ideal é retirar o equipamento após o uso. “É outra fonte de consumo adicional que pode evitar. Esse objeto no teto aumenta o arrasto aerodinâmico. Tem estudos que mostram que dependendo do design, pode ter um aumento de consumo de 10%, pois cria uma resistência no ar, e é necessário uma velocidade maior”, explica.

O cuidado com a velocidade também vale para o uso em geral, mesmo sem o equipamento. Quanto mais rápido, mais gasolina. “Dependendo do destino, a pessoa vai chegar um pouco mais rápido do que o previsto, mas tem que saber se realmente vale a pena”, disse. “Sempre manter o pé no acelerador leve, procurar uma velocidade adequada para a via”, disse. 

Além desses cuidados,  a professora Ana Lídia Galvão, da UFV, recomenda que as pessoas organizem carona solidárias com amigos e vizinhos. Ela também sugere que as pessoas se planejem antes de sair de casa, façam uma rota com os locais que pretendem parar e escolham caminhos com menos trânsito. Apesar das dificuldades impostas pela pandemia, os especialistas também recomendam deixar o carro em casa e usar o transporte público em algumas ocasiões. 

  • Transporte público: tente usar ônibus e metrô quando possível;
  • Carona solidária: combine com amigos e vizinhos de dividirem a rota para destinos próximos;
  • Tenha um rota: se programe antes de sair de casa para saber o caminhos dos locais onde vai e o caminho com menos trânsito;
  • Pressão dos pneus: clientes podem calibrar os pneus em alguns postos, de forma gratuita. A perda de pressão aumenta o consumo de combustível;
  • Ar-condicionado: também vale a dica de manutenção no caso dos aparelhos dos automóveis;
  • Suportes: se usar suportes para carros, pranchas, tire após o uso. O objeto de apoio é uma outra forma de consumo adicional, pois cria uma resistência ao ar que dificulta o avanço do veículo;
  • Velocidade: quanto mais rápido, maior o consumo de combustível. Analise se vale a pena chegar alguns minutos antes do previsto em relação ao valor que gastará para abastecer. 

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