Quebra do banco abriu crise na família

Dona de um grupo de empresas com faturamento na casa de R$ 1 bilhão por ano, a família Schahin entrou em crise quando teve de vender seu banco ao BMG. Um dos patriarcas, Milton, culpou o sobrinho Carlos Eduardo, presidente da instituição na época em que os problemas apareceram, pela quebra.

O Estado de S.Paulo

26 de agosto de 2012 | 03h08

Cadu, como é conhecido, assumiu o banco em 2008. Segundo profissionais da área, implementou uma estratégia agressiva. Na visão de concorrentes, porém, o banco Schahin não tinha foco. Mudava com frequência o segmento que queria priorizar.

O grupo começou as atividades em 1966 como uma construtora. Os negócios evoluíram e outras unidades foram criadas. Hoje, a atuação se divide em engenharia, petróleo e gás, desenvolvimento imobiliário, telecomunicações e energia. Milton ficou especialmente irritado com o sobrinho porque a quebra do banco ameaçou a saúde do grupo todo.

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