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Queda do dólar é preocupação, mas BC não tem meta de câmbio

Os diretores do Banco Central advertem, na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje, que a queda da cotação do dólar no mercado internacional é uma "fonte adicional de preocupação".O texto justifica esse temor à possibilidade de "um processo de ajuste desordenado", que "traria importante instabilidade para os mercados financeiros internacionais". O Copom, porém, diz que por enquanto há "baixa probabilidade de ocorrência" desse processo de ajuste desordenado. Não há meta para câmbioA ata do Copom reitera que o BC não tem meta cambial e apenas recompõe as reservas, ao comentar a retomada da compra de dólares feitas pela instituição em dezembro. A política de compra de divisas, explicam os diretores, "continuará sendo pautada primordialmente pelas condições de liquidez (volume de negócios) existentes e terá como objetivo não adicionar volatilidade (oscilação) ao mercado cambial nem interferir na tendência de flutuação da taxa de câmbio".O Copom ressalta que essa política foi bem sucedida, desde maio de 2003, no processo de redução da parcela da dívida pública indexada à taxa de câmbio. "O processo que está tendo continuidade deve ser entendido, portanto, como um esforço de recomposição de reservas no contexto de um regime de metas de inflação com câmbio flutuante", diz a Ata. "Não deve ser confundido com o estabelecimento de outras metas para o Banco Central, como a fixação de tetos ou pisos para a taxa de câmbio".

Agencia Estado,

23 de dezembro de 2004 | 10h08

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