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Houve um tempo em que tudo que o Brasil queria era atrair empresas americanas para o País. Isso não deixou de ser verdade. Mas agora os Estados Unidos também querem levar companhias brasileiras para lá. Essa é a missão de Ronnie Bryant, presidente da Charlote Regional Partnership, organização que se destina a convencer empresas a se estabelecer em Charlotte, na Carolina do Norte, com 2,6 milhões de habitantes em sua região metropolitana. Já estão por lá empresas como JBS, Gerdau, Coteminas e Providencia. Bryant esteve no País na semana passada para apresentar Charlotte a empresários paulistas e cariocas.

19 de dezembro de 2011 | 03h05

Por que vocês querem atrair empresas para Charlotte?

Charlotte é uma cidade muito agradável, que vem atraindo muita gente de dentro dos Estados Unidos. De 2000 a 2012, a população da região de Charlotte terá crescido 12%. A estimativa é que em 2015 tenhamos 3 milhões de pessoas. O problema é que não temos empregos para todas essas pessoas. Por isso precisamos atrair empresas que ofereçam a abertura de novas vagas.

Qual é a taxa de desemprego hoje em Charlotte?

Hoje, temos 10,1% de taxa de desemprego. É mais alta que a taxa nacional, que em novembro foi de 8,6%.

Por que o interesse em empresas do Brasil?

As companhias brasileiras são muito abertas à ideia de fazer negócios nos EUA e têm grande potencial de crescimento.

Que vantagens Charlotte oferece?

Somos um polo industrial muito avançado e a segunda maior cidade de negócios nos EUA. Dez das 500 maiores empresas dos EUA têm sede em Charlotte. Temos impostos baixos e grandes universidades.

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