'Queremos realçar o talento e a boa remuneração desse talento'

Entrevista - Luiz Lara, presidente da ABAP

, O Estado de S.Paulo

30 de abril de 2011 | 00h00

Quais as lutas que continuam em cartaz na Abap?

A defesa do modelo brasileiro de agências de propaganda, alicerçado no Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), e a defesa da liberdade de expressão comercial, alicerçada no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

O que estará na pauta?

Temos cinco ações definidas. Vamos começar com o resgate e revalorização do nosso negócio, que é o das ideias. Sabemos contar uma história com graça e, com isso, gerar empregos, construir marcas e posicionar empresas no mercado. Foi a publicidade que ensinou muita gente a escovar os dentes, usar absorvente higiênico e fraldas descartáveis. Queremos realçar o talento e a boa remuneração desse talento. Só assim é possível gerar valor para as marcas.

O mercado de propaganda cresce e, com ele, a participação de grupos estrangeiros no setor. Isso é bom?

O Brasil é a bola da vez. Vamos fechar o ano com crescimento de 11%, pelo menos. Mas, mesmo que a participação estrangeira aumente, as agências seguem sendo tocadas por brasileiros. O negócio pede conhecimento da cultura local.

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