Fred Prouser/Reuters
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Quibi, serviço de streaming de vídeos curtos, faz parceria com a ESPN

Objetivo é aumentar a oferta de conteúdos de esportes dentro do projeto, que será lançado em abril de 2020, nos EUA

The New York Times, O Estado de S.Paulo

14 de outubro de 2019 | 07h00

O Quibi tem um novo parceiro: a ESPN. O canal esportivo, que é parte do grupo Disney, concordou em se unir a uma lista que inclui a NBC News e prover conteúdo para a plataforma de vídeos curtos (até 10 minutos) do empresário Jeffrey Katzenberg, ex-chefe dos estúdios Disney e fundador da Dreamworks.

A contribuição da ESPN, na forma de um programa de destaques esportivos, deverá estar disponível quando o serviço for lançado nos Estados Unidos, em abril de 2020. O projeto será parte da plataforma de “conteúdos diários essenciais” do Quibi. A aposta é que essa oferta traga consumidores jovens.

A ESPN já tem seu próprio serviço de streaming, o ESPN Plus, lançado em abril de 2018. A parceria com o Quibi faz parte do projeto da marca de crescer entre fãs de esportes que assistem a vídeos pelo celular. A companhia já realiza projetos em parceria com redes sociais como Facebook, Instagram, Snapchat e Twitter, entre outras.

“Se existe uma audiência que quer consumir conteúdos esportivos, nós queremos estar na liderança”, disse o vice-presidente de conteúdo da ESPN, Connor Schell. “Acreditamos que o Quibi é uma extensão natural dessa busca.”

Pelos termos do acordo, o Quibi vai pagar a ESPN para criar o programa diário. A ESPN vai reter os direitos do conteúdo, que o Quibi exibirá sob licença. Embora a emissora não tenha dado maiores detalhes do projeto, que ainda está em desenvolvimento, ele terá entre 5 a 7 minutos de duração.

Kazenberg, cofundador do Quibi ao lado da executiva Meg Whitman, ex-presidente da HP, arrecadou cerca de US$ 1 bilhão para o projeto com investidores como Disney, Lionsgate, NBCUniversal e Sony. Entre os demais parceiros estratégicos estão JP Morgan, o Goldman Sachs e a chinesa Alibaba.

Em movimento

Entre os colaboradores que a dupla de executivos já atraiu estão diretores como Steven Spielberg e Steven Soderbergh. A aposta é que a maior parte do consumo ocorra no celular, durante deslocamentos. O nome Quibi é uma abreviação de “quick bites”, referência à ideia do consumo em pequenas porções.

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