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Racionamento de energia afeta vendas da Arno em 2001

O balanço da fabricante de eletroeletrônicos e eletroportáteis Arno em 2001 foi impactado pelo racionamento de energia implementado pelo governo. As vendas da empresa no mercado doméstico recuaram 16,4% no exercício, de 7.024137 unidades para 5.869.172. Por conta das menores vendas internas, o lucro da Arno teve baixa de 8%, para R$ 7,456 milhões, ante R$ 8,123 milhões um ano antes. A receita operacional líquida da companhia sofreu queda de 11%, fechando em R$ 263,3 milhões.A queda no lucro não foi maior no ano passado porque a empresa conseguiu reduzir algumas depesas operacionais e elevar, ainda que em pequeno volume, as exportações de produtos. Para o mercado externo, foram vendidas 724.467 unidades, 3,8% a mais do que em 2001. A Arno baixou o custo dos produtos vendidos, de R$ 201,23 milhões em 2000 para R$ 177 milhões no ano passado.O lucro antes do imposto de renda e contribuição social do exercício foi maior do que no ano anterior. Fechou em R$ 16,4 milhões, 23% a mais do que em 2000. A empresa, porém, teve despesas maiores nos tributos federais.A Arno conseguiu resgatar um crédito fiscal, relativo à semestralidade do PIS, que estava em discussão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O crédito, no valor de R$ 18,3 milhões, é decorrente de pagamentos efetuados entre julho de 1988 e outubro de 1995.Em 2001, a Arno, que foi adquirida há cinco anos pela holding francesa SEB, investiu cerca de R$ 13,1 milhões para a modernização de máquinas e equipamentos industriais. Os recursos também foram utilizados para o lançamento de novos produtos.

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