Estadão
Estadão

Racionamento no País está praticamente descartado, diz presidente da Cemig

Conselheiro do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e presidente da Cemig, Mauro Borges afirma que nível dos reservatórios 'está em torno de 30% e que melhorará até o final de abril'

SUZANA INHESTA, CORRESPONDENTE, Estadão Conteúdo

27 de março de 2015 | 19h09

O presidente da Cemig, Mauro Borges, disse nesta sexta-feira, 27, que o racionamento de energia elétrica no País neste ano está praticamente descartado. Borges é conselheiro do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e participa das reuniões realizadas no final de cada mês.

"Na reunião de fevereiro, a avaliação dos conselheiros foi que o nível dos reservatórios está em torno de 30% e que melhorará até o final de abril. Depois, passaremos pelo período de menor precipitações de maio a setembro de forma cuidadosa, com consumo consciente de energia, mas sem risco de racionamento", explicou. "De qualquer forma, uma conclusão mais definitiva, com o descarte total de racionamento de energia elétrica teremos após a reunião de abril", disse, ressaltando que um racionamento seria muito ruim para a economia brasileira.

ICMS. Questionado sobre a promessa de campanha do governador do Estado, Fernando Pimentel (PT), de reduzir a alíquota de ICMS da tarifa de energia elétrica no Estado, que hoje é de 30%, Borges disse que se está "buscando, juntamente com o secretário de Estado da Fazenda, uma solução de equilíbrio financeiro do Estado num horizonte de quatro anos".

"O mandato de Pimentel não é de um ano. A oposição cobrar a medida já no primeiro ano seria achar que o governador tem varinha de condão. O governador é um gestor de alta qualidade, mas não faz milagre. E falo até como assessor dele, já que estou num cargo de confiança de governo", declarou.

Tudo o que sabemos sobre:
racionamentocemig

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.