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Rato diz que crise dos EUA afeta especialmente os países da UE

Para ele, crise americana afetará países como Alemanha e França e economias em vias de desenvolvimento

EFE

24 de novembro de 2007 | 02h32

O ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Rodrigo de Rato, disse neste sábado que a crise econômica dos Estados Unidos afeta a todos os países, especialmente os da União Européia e o Japão. "O futuro da economia mundial dos próximos dois anos vai depender de como sejamos capazes de sustentar a crise econômica atual", acrescentou o ex-dirigente do FMI. A situação influi especialmente nas zonas mais periféricas do mundo e não só nos países industrializados, acrescentou. "Quando as incógnitas aumentam, aumenta o risco. Se aumenta o risco, a economia é afetada", explicou Rato. "A mudança na economia é global, afeta todos os países, especialmente os mais emergentes, que tinham se beneficiado de uma expansão econômica em alguns casos muito notável nos últimos 30 anos", observou. Para ele, nos últimos meses vários possíveis riscos da economia mundial se materializaram e giraram em torno do vigor da economia dos EUA e da ausência de tensões inflacionárias. Rato identificou, após a crise de liquidez dos bancos, "uma crise mais ampla que afeta o setor de seguros e companhias financeiras, com ramificações na Europa", e uma mudança das expectativas financeiras internacionais. Ele acrescentou que a crise financeira nos EUA afetará especialmente países como a Alemanha e França e as economias em vias de desenvolvimento.

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