Reação econômica devolve a Davos

A máquina da economia global voltou a funcionar. Em ritmo pós-crise, um otimismo cada vez menos tímido sobre a recuperação passa a latejar. Entretanto, a lista de riscos não é pequena e a inflação vem como o principal perigo do momento. O Fórum Econômico Mundial, sob o comando de Klaus Schwab, terminou ontem em Davos, com um tom mais animador do que o esperado. Executivos se surpreenderam, por exemplo, com as perspectivas positivas para a atividade dos Estados Unidos, a maior esperança para 2011. "No geral, a sensação é de que conseguimos passar pela crise'', disse Martin Wolf, colunista do Financial Times.

Daniela Milanese, O Estado de S.Paulo

31 de janeiro de 2011 | 00h00

Não há dúvida de que os emergentes puxam a retomada. Um número apresentado em Davos deixa clara a disparidade de desempenho entre as economias: desde 2005, os emergentes acumulam crescimento econômico de 45%, enquanto os países avançados praticamente estagnaram no período (+5%).

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