Reajuste de telefonia terá impacto de até 0,20 no IPCA

O reajuste médio de 6,89% nas tarifas de telefonia fixa deverá ter impacto de 0,15 a 0,20 pontos porcentuais sobre o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Pedro Jaime Ziller. Ele ressaltou que o aumento foi concedido com base nos contratos e negociados com as empresas.Um dos grandes avanços deste ano, segundo ele, foi fato de as empresas não terem usufruído do direito de reajustarem a assinatura básica em até 9% acima do IGP-DI. Na maioria dos casos, a assinatura foi reajustada em 7,4%. Ziller atribuiu esta atitude das empresas à baixa capacidade de pagamento dos consumidores.Em São Paulo, a redução da taxa de habilitação será de 7,96%, índice inferior ao da média geral do País, que será de 20%. O reajuste da assinatura residencial será de 7,425%, e o do pulso local e da ficha telefônica será de 7,424%. As tarifas das assinaturas não residenciais e tronco serão corrigidas em 7,405%.No Rio de Janeiro, os reajustes serão de 7,419% para a assinatura residencial, 7,417% para as comerciais e tronco; 7,425% para o pulso local; 7,411% para a ficha e haverá redução de 20,2% na taxa de habilitação.Em Minas Gerais, o reajuste será de 7,419% para a assinatura residencial; 7,415% para a comercial; 7,421% para a tronco; 7,428% para o pulso; 7,424% para a ficha telefônica e haverá redução de 19,2% no valor da habilitação.

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