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Realização e esperança com retomada dividem bolsas da Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerraram sem tendência comum nesta sexta-feira. Alguns mercados foram derrubados por realizações de lucro e queda de papéis financeiros, enquanto outros tiveram suporte na esperança de que pior a economia global não deve ficar.

KEVIN PLUMBERG E RAFAEL NAM, REUTERS

27 de março de 2009 | 08h22

O indicador MSCI, que reúne as principais ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, está no caminho para registrar o melhor ganho mensal em quatro meses. Ele deve avançar quase 20 por cento em março, marcando o segundo melhor mês em 21 anos de história desde dezembro de 1993.

Às 8h10 (horário de Brasília), perto do fechamento, o MSCI registrava variação negativa de 0,19 por cento, para 254 pontos.

O índice Nikkei, de TÓQUIO, fechou com declínio de 0,11 por cento, a 8.626 pontos, após ter alcançado a máxima em dois meses e meio no início do pregão. Montadoras e exportadores de tecnologia, como a Honda Motor e a Canon ajudaram a sustentar o indicador, enquanto outras ações foram abatidas por realizações de lucro.

A bolsa de SEUL perdeu 0,51 por cento, interrompendo cinco pregões de alta, devido a quedas nas ações do setor financeiro. O mercado CINGAPURA retrocedeu 0,75 por cento.

Já uma projeção esperançosa sobre a demanda e a alta dos preços dos metais elevou as ações do setor de mineração e ajudou o índice de SYDNEY a subir 0,7 por cento.

A Rio Tinto apresentou bom desempenho, ganhando mais 4 por cento.

"Nós atingimos a mínima, estamos fazendo o caminho para cima", afirmou Stuart Smith, conselheiro particular da Bell Potter Securities, na Austrália.

A bolsa de TAIWAN subiu 0,08 por cento, atingindo o maior nível em cinco meses e meio, depois de o banco central decidir manter a taxa básica de juro. XANGAI subiu 0,54 por cento e HONG KONG avançou 0,07 por cento.

Os investidores parecem estar agarrados à visão de que dados econômicos mistos, ao invés de completamente ruins, são motivação suficiente para levantar as ações.

Eles também têm sido encorajados pela clareza dos esforços de resgate aos bancos norte-americanos.

"A Ásia tem muito o que ganhar com a melhor aparência dos Estados Unidos. Agora, se os EUA realmente estão bem, é uma outra questão", disse Tim Rocks, estrategista de ações da Macquarie Securities em Hong Kong.

"Na China você tem algum sinal de que as políticas de estímulo estão funcionando, mas se isso é suficiente e se nós teremos outro período de baixa ainda não está claro".

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