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Receita da Thomson Reuters cresce menos no 2o tri

A companhia global de notícias einformações Thomson Reuters anunciou nesta terça-feira uma taxamenor de crescimento trimestral de suas receitas na importantedivisão de mercados, à medida em que a crise de crédito dosEstados Unidos gerou grande impacto sobre os bancos globais deinvestimento. A empresa, entretanto, confirmou sua perspectiva para oano, citando sua força na divisão profissional, que vende dadose ferramentas para contadores, advogados, e outrosprofissionais de áreas como tributária e saúde. As ações da empresa, que ganharam 13 por cento desde oinício de agosto, chegaram a cair 7,1 por cento em Londres.Analistas disseram que o verdadeiro teste virá no fim do ano,quando os clientes vão definir seus orçamentos para 2009. Nabolsa de valores de Toronto, os papéis da empresa chegaram arecuar 4,1 por cento logo após a abertura do mercado. A empresa informou que a receita pro forma cresceu 11 porcento no segundo trimestre, na comparação com o mesmo períododo ano passado, para 3,4 bilhões de dólares. No primeiro trimestre do ano, o crescimento foi de 12 porcento, para 3,3 bilhões de dólares. Os resultados pro forma consideram que a Thomson e aReuters já operavam como uma única companhia no segundotrimestre do ano passado. A Thomson completou a compra da Reuters em abril deste anopor cerca de 16 bilhões de dólares em dinheiro e ações, com oobjetivo de expandir suas operações da América do Norte para oresto do mundo, ao mesmo tempo em que ajudava a Reuters adiminuir sua exposição aos mercados financeiros. Analistas e acionistas já esperavam crescimento menor nadivisão de mercados, que inclui a Reuters e as operações denotícias da Thomson, além de dados e ferramentas para bancos deinvestimento e outras empresas do setor financeiro. A receita da divisão de mercados cresceu 12 por cento, para2,1 bilhões de dólares, mas a taxa de crescimento orgânico--que exclui o impacto da flutuação cambial e de aquisições, eque é monitorada com atenção-- avançou 7 por cento, menos doque os 9 por cento do primeiro trimestre. Analistas esperavam crescimento orgânico entre 7 e 8 porcento na divisão de mercados, afetada pela crise nas hipotecasde alto risco dos Estados Unidos e na piora das condições decrédito que levou a milhares de demissões nas empresas deserviços financeiros que usam produtos da Thomson Reuters. (Reportagem de Robert MacMillan)

REUTERS

12 de agosto de 2008 | 11h00

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