Receita de cidade dá um salto

O corretor de imóveis Eduardo Pêsso, de 58 anos, foi atraído para a pequena Jeceaba após ler uma notícia de jornal sobre o projeto de uma usina siderúrgica da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil (VSB). Em 2007, instalou-se numa pequena sala no centro do município e iniciou seu rentável negócio. "A valorização dos imóveis aqui foi de mais de 300% nesses anos", conta Pêsso, que decidiu vender seu escritório em Belo Horizonte para se dedicar à atividade na região do Alto Paraopeba.

, O Estado de S.Paulo

29 de agosto de 2010 | 00h00

Quando chegou à cidade, o corretor adquiriu um lote por R$ 35 mil. "Meu lote agora custa R$ 100 mil", diz.

Jeceaba vive basicamente do repasse mensal do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A expectativa com o início da produção da VSB é que a arrecadação salte de R$ 200 mil/mês para até R$ 15 milhões.

Uma das preocupações do Codap é tentar reduzir a desigualdade nas receitas entre os municípios afetados, estimulando a ida de empresas fornecedoras para cidades que não contam com investimentos diretos. É o caso de Conselheiro Lafaiete, polo da região, com 113,5 mil habitantes.

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