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Recessão no Japão se aprofunda; Sony cortará 8 mil vagas

Para combater este quadro, governo considera lançar um novo pacote econômico de US$ 216 bilhões

TONY MUNROE, REUTERS

09 de dezembro de 2008 | 07h28

O Japão mergulhou mais fundo do que se pensava em uma recessão no terceiro trimestre. Uma revisão do PIB divulgada nesta terça-feira, 9, mostra que a economia nipônica encolheu 0,5% terceiro trimestre, mais que o 0,1 por cento divulgado inicialmente.  Grandes empresas asiáticas apertam os cintos. A Sony informou que cortará 5 por cento de sua força de trabalho, o que representa 8.000 empregos, como parte de esforços de reestruturação para economizar mais de US$ 1 bilhão. Veja também: Desemprego, a terceira fase da crise financeira global Lições de 29 Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise "A perspectiva econômica global parece um pouco menos horrível... com todo o apoio vindo de grandes medidas de resgate planejadas por vários governos", afirmou Andrew To, diretor de vendas da Tai Fook Securities.  Para combater esse quadro, o governo do primeiro-ministro, Taro Aso, está considerando um novo pacote econômico que inclui gastar até 20 trilhões de ienes (US$ 216 bilhões), informou o jornal Yomiuri sem citar fontes. "Nós precisamos fazer todo esforço para expandir a demanda doméstica. Nós não devemos hesitar em avaliar várias medidas", disse o ministro da Economia, Kaoru Yosano, a jornalistas. No setor automotivo, a Mitsubishi Motors informou que está suspendendo a produção em uma planta em Illinois por sete semanas no próximo ano devido a uma queda na demanda.

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