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Recuo do dólar tem pouco efeito nos supermercados

A queda do dólar registrada nas últimas semanas deve chegar aos preços finais dos bens de consumo não-duráveis apenas no final do mês. Alguns produtos já começaram a recuar, sobretudo agrícolas e derivados, mas este movimento ainda é sutil e tem influenciado pouco os índices de preços. Em abril, a cesta de 30 produtos de maior consumo nos supermercados registrou um leve desaquecimento, com variação de 1,32%, contra 1,70% de março, de acordo com a pesquisa mensal realizada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).O presidente da entidade, João Carlos de Oliveira, afirmou hoje que produtos da área de hortifrutigranjeiros, como tomate, cebola e batata, ainda exercem pressão altista, mas a tendência é de que, como são influenciados também pelo clima, recuem em meados do ano. Já os itens do setor de higiene e limpeza, que também continuam a subir, não devem ter reduções muito fortes. De qualquer forma, a tendência é de que o consumidor perceba muito pouco o repasse da redução da moeda norte-americana. Oliveira disse que algumas empresas poderão aproveitar o momento para recuperar as margens de lucro. Raramente os produtos voltariam aos mesmos patamares anteriores ao salto da inflação.Em abril, os maiores aumentos ficaram com o tomate (15,40%), a cebola (10,64%) e o feijão (7,27%). As maiores quedas ficaram com a margarina (8,89%), açúcar (3,49%) e óleo de soja (1,99%).

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